capital de giro

Caixa e capital de giro

Caixa e capital de giro: como podem tirar sua empresa de um sufoco? Você sabe o que é capital de giro? Acha que esse é um conceito que só serve para empresas que estão começando? Muitos empresários não conhecem esse termo tão importante, por isso, não aplicam esse recurso na rotina de suas empresas.

Agora, mais algumas perguntas para você: como está o caixa do seu negócio? Ele tem sempre dinheiro disponível para pagar os seus fornecedores? Depois de saber como fazer conciliação de cartões para prever seu fluxo de caixa, é hora de entender como o capital de giro pode salvar a sua empresa e garantir que o seu caixa feche novamente no positivo.

Continue lendo para aprender mais.

Capital de giro: seu aliado desde o começo

O capital de giro é, simplesmente, o investimento necessário para financiar e garantir a continuidade das operações de uma empresa: gastos com fornecedores e estoque, despesas com funcionários e operacionais, e tudo o que for necessário para o bom funcionamento do negócio. Muitas vezes, é associado apenas à abertura da empresa.

Na hora de fazer um plano de negócios deve ser sempre lembrado. É uma questão que surge quando a empresa inicia suas atividades, mas que nem sempre é devidamente valorizada e muitas vezes se começa a operar próximo ao limite. 

Capital de giro não é só o investimento que você deve colocar na empresa para funcionar nos primeiros meses. É o valor que o negócio deve ter sempre disponível para garantir seu perfeito funcionamento. Por exemplo:

  • seus produtos devem estar sempre em estoque;
  • seus fornecedores devem receber quando combinado;
  • seus funcionários devem receber, normalmente, até o quinto dia útil do mês. 

Pense, agora, no seguinte: imagine que durante esse mês, o movimento da sua empresa está ótimo, com clientes comprando todos os dias, porém, pagando apenas no cartão de crédito. Chega o dia 5, e seu estoque está quase no fim, seus funcionários e fornecedores precisam receber.

É justamente aí que entra o capital de giro. Ele garante os recursos necessários para que você tenha sempre liquidez disponível em caixa, para financiar as operações básicas do seu negócio. O capital de giro ajuda a:

  • financiar clientes (em vendas a prazo);
  • garantir liquidez para compra e mantimento de estoque;
  • assegurar recursos para o pagamento de fornecedores;
  • garantir recursos para pagamentos de taxas e impostos;
  • certificar a liquidez do pagamento dos funcionários (salários e comissões).

Portanto, se a sua empresa compra e vende a prazo, mantém estoque ou deve pagar qualquer tipo de despesa, é essencial manter um capital de giro para assegurar sua saúde financeira. 

Capital de giro: segurança na saúde financeira

De acordo com dados do Sebrae (SP), quase 30% das novas empresas encerram seu funcionamento logo no primeiro ano e, mais do que isso, a metade (50%) delas não passam do quarto mês de exercício. Esses mesmos dados mostram que a maioria desses negócios fecha devido à falta de saúde financeira.

Após a análise dos dados dessa pesquisa, podemos entender melhor que o capital de giro é não só importante, mas essencial para a manutenção de uma empresa, desde o seu planejamento até sua implementação, começo de suas atividades e durante toda a rotina do negócio.

Como é calculado o capital de giro

Existem diversas maneiras de calcular o capital de giro, e empreendedores fazem isso de formas distintas, de acordo com a sua realidade e as empresas das quais são responsáveis pela gestão. O chamado capital de giro líquido (CGL), é influenciado por uma série de recursos, que incidem com maior ou menor grau de importância.

No entanto, existe uma fórmula bem simples, que pode ser definida como CGL = AC – PC. Nessa equação, o “AC” é o chamado ativo circulante, que é o caixa, contas a receber e até aplicações financeiras, por exemplo. O “PC” é o passivo, como contas a pagar, empréstimos e assim por diante. O resultado, portanto, é o capital de giro.

Diferença entre caixa e capital de giro

No meio do empreendedorismo, muita gente confunde o valor existente em caixa com o capital de giro. Apesar de estarem intimamente relacionados, não se tratam de sinônimos, embora sejam bastante complementares. O capital de giro, como falamos, de forma simplificada, diz respeito à diferença de entradas e saídas.

Já o seu fluxo de caixa está mais relacionado com a forma como o dinheiro interage e é administrado pela empresa, representando não apenas o resultado, mas sim, os movimentos de entradas e saídas de capital. Se, durante um período, você recebeu mais do que gastou, seu fluxo de caixa é positivo. Caso contrário, ficará negativo.

Benefícios de contar com o capital de giro

Agora que você já está mais familiarizado com o conceito de capital de giro e vem compreendendo melhor sua importância para a saúde financeira da sua empresa, vamos explicar um pouco melhor quais benefícios você pode experimentar ao contar com tal recurso disponível. Acompanhe.

Manter atividades operacionais em dia

Um dos principais benefícios de contar com o capital de giro é que ele permite manter as atividades operacionais em dia. Todo mundo sabe que o cenário ideal é sempre receber quantias suficientes para arcar com todas as contas recorrentes e extraordinárias, como aluguel, luz, internet, salários e assim por diante.

Entretanto, não é novidade que eventualidades acontecem e, muitas vezes, os recursos podem faltar. Nesse momento, o capital de giro é extremamente importante, evitando a inadimplência e, até mesmo, permitindo certo crescimento, com investimentos que sejam essenciais para reverter esse cenário.

Fazer investimentos cruciais para o negócio

Como dissemos, o capital de giro pode permitir o crescimento de uma empresa, e esse é mais um dos inúmeros benefícios de contar com esse recurso. Mais do que meramente continuar as operações comuns do negócio, a chave para a sobrevivência em um mercado tão competitivo quanto o atual pode estar no desenvolvimento constante.

Quem atua no varejo, por exemplo, pode utilizar o dinheiro para a aquisição de produtos para o estoque em períodos em que vendem mais, como feriados e datas comemorativas. Logicamente, isso demanda um bom planejamento de marketing, cujas ações também podem ser custeadas pelo capital de giro.

Estimular uma administração mais consciente

O capital de giro também acaba estimulando uma administração financeira mais consciente, fazendo com que o empreendedor saiba o momento certo de gastar e investir. Por se tratar de um recurso muito importante, se ele estiver em falta, haverá um claro sinal de que é preciso ajustar as finanças e tomar um pouco mais de cuidado.

Nesse momento, muitas vezes, é preciso reinventar e até rever operações, para não colocar a empresa em uma posição arriscada. A relação com o dinheiro muda e há um estímulo para uma economia mais consciente, controlando despesas e aproveitando melhor os ganhos, em um uso mais adequado para o capital já conquistado.

Dicas para manter um bom equilíbrio

Para aumentar seus conhecimentos, vamos dar algumas dicas úteis para que você conquiste um maior equilíbrio econômico. Confira. 

Conheça todas as suas despesas

Não dá nem para pensar em ter mais equilíbrio e investir na saúde financeira do negócio sem conhecer todas as despesas da empresa, não é mesmo? Por isso, você não pode abrir mão de fazer um levantamento de todos os gastos do seu empreendimento, mesmo os mais discretos. Obviamente, isso dará um pouco de trabalho e exigirá bastante organização.

Considere custos fixos e variáveis, como salários dos funcionários, comissões, água, energia, telefone, internet, impostos, fornecedores e assim por diante. Isso acabará sendo uma prática que ajudará a conquistar um maior controle sobre as saídas do caixa e até a descobrir eventuais perdas que você não percebia.

Analise suas fontes de receita

Da mesma maneira que você não pode abrir mão de conhecer muito bem as suas despesas, também é preciso analisar suas fontes de receita. Afinal, esses são os pontos cruciais na gestão do fluxo de caixa e para conhecer seu capital de giro, dando uma noção melhor de quanto você precisa receber para não ficar com o saldo negativo.

Para isso, você deve conhecer os prazos de recebimento, até para não comprometer as operações do seu modelo de negócio. Tudo precisa estar devidamente alinhado, evitando o pagamento de multas e juros por inadimplência. Também acaba sendo uma forma de programar ações de marketing e de aumentar as vendas quando necessário.

Realize projeções para o futuro

Por fim, depois de conferir todo o conteúdo até aqui, você pode usar seus conhecimentos para fazer projeções para o futuro, usando o seu capital de giro ou mesmo traçando estratégias para aumentá-lo. Obviamente, isso passa por alguns pontos, como um bom planejamento, um rígido controle de despesas e ações para o aumento das entradas de dinheiro.

Você pode tomar como base as análises de resultados anteriores e a atual situação do negócio, fazendo estimativas de quanto deve receber e gastar em curto, médio e longo prazos. Com isso, você consegue identificar desvios e antecipar imprevistos, efetuando as correções necessárias e definindo medidas para não passar por dificuldades. 

Não ter uma reserva para capital de giro na sua empresa pode acarretar diversos tipos de problemas, como a falta de pagamentos e entraves nas quitações com seus fornecedores ou funcionários. Além disso, pode causar falta de recursos para a compra de produtos essenciais e dificuldades nos pagamentos de despesas operacionais, como conta de água e luz, e muito mais.

Em suma, são fatores que podem levar a sua empresa a precisar de um empréstimo ou, até mesmo, decretar falência. Para evitar esse tipo de problema, a solução é mais simples do que parece: planeje e coloque em prática o capital de giro da sua empresa. Além disso, procure a Granito e descubra a melhor solução para o seu negócio.

Com a Granito, você pode escolher as melhores datas de pagamentos e até solicitar adiantamento de valores, sendo uma forma prática e segura de você controlar e monitorar seus recebimentos, e evitar surpresas desagradáveis. Por isso, não perca mais tempo: conheça nossos serviços e se surpreenda com nossas soluções!

conciliação de cartões

Conciliação de Cartões e o fluxo de caixa da sua empresa

Você já ouviu falar na conciliação de cartões? Você sabe como fazer e para que serve isso? Essas são dúvidas muito pertinentes, com que diversos donos ou gerentes do comércio se deparam em algum momento de suas carreiras.

É muito provável que você tenha passado por um momento como esse: as vendas da sua empresa, em determinado mês, foram feitas com diversas formas de pagamento: dinheiro, cheque, débito à vista, crédito à vista, e crédito parcelado em até seis ou mais vezes.

Ou seja, você vai receber um pouco agora, mais no próximo mês e até daqui a seis meses ainda estará recebendo valores dessa mesma compra. Enquanto essa situação é extremamente comum, nem todos estão preparados para o caos que isso gera no caixa.

Você se programou para não receber os valores integrais durante o mês? Como você planeja, acompanha e lida com essa diferença entre formas de pagamento? É aí que deve entrar a conciliação de cartões. Nós da Granito, vamos ajudar você a entender um pouco mais sobre isso. Vamos lá?

O que é a conciliação de cartões?

A conciliação de cartões é uma prática essencial para empresas de todos os portes. É indispensável para organizações que desejam cuidar da melhor forma de sua saúde financeira, e evitar surpresas desagradáveis.

Sem ter controle de todos os recebimentos, nas datas certas, é impossível acompanhar corretamente o faturamento, prever todo o fluxo de caixa, e contabilizar de forma certeira os lucros da empresa. Portanto, a conciliação de cartões é a conferência e a validação de informações referentes às vendas e recebimentos por meio de cartões de crédito ou débito.

É ter controle sobre tudo o que você vai receber, pensando em valores e datas. Com a conciliação de cartões, você sabe o que você vai receber, quando isso vai acontecer e quanto vai pagar de taxa em cada operação.

Quais são os principais tipos de conciliação?

É claro que a conciliação de cartões é um processo extremamente importante, mas ele não é o único que você deve fazer na sua empresa. Existem três outros tipos de conciliação que você deve conhecer e que devem ser feitos em conjunto, de modo a complementar o anterior e trazer uma visão completa das finanças da sua loja.

Conciliação de vendas

O objetivo dessa conciliação é comparar as vendas realizadas com os dados da operadora de cartões.

O passo mais importante para fazer essa conciliação é guardar todas as filipetas, os comprovantes de vendas que são emitidos pelas maquininhas de cartão. Esse fluxo é essencial para o seu melhor controle.

Conciliação de recebimento

Esse é o processo que avalia, de fato, se você recebeu o dinheiro referente a cada venda. Por exemplo, compras no cartão precisam estar na sua conta bancária 30 dias após a venda. Já compras no débito devem cair no dia seguinte.

Para verificar isso, você deve comparar os dados das vendas com o valor que entrou na sua conta, considerando o tempo certo e possíveis descontos, como taxas cobradas pelas operadoras.

Conciliação bancária

O último tipo de conciliação é a bancária, em que você verifica o saldo da conta e os valores de entrada e saída. É importante observar todas as contas financeiras da empresa com uma boa frequência, de preferência, diariamente.

Também é nesse momento que você consegue acompanhar outras formas de pagamento, como transferências ou por aplicativos, como o PIX. Para fazer esse processo, compare o extrato da conta bancária com o controle interno de entradas e saídas no negócio.

Como facilitar a conciliação de cartões?

O processo de conciliação de cartões pode ser trabalhoso e demandar tempo e esforço, mas colocando em uma balança, podemos ver que é essencial. Uma boa estratégia para ter o fluxo de caixa sempre controlado é criar uma planilha de conciliação de cartões.

Esse recurso ajudará você a entender e a categorizar suas vendas, proporcionando enxergar melhor todas as suas vendas:

  • quanto você vai receber;
  • quando isso vai acontecer;
  • quanto vai receber por parcela em cada compra;
  • qual é a bandeira de cada venda;
  • quanto pagará de taxa por venda, dependendo da bandeira, e muito mais.

Mantendo uma planilha com esse controle, você conseguirá entender todo o fluxo de caixa, recebimentos futuros, taxas e tudo mais que você precisa para manter uma organização que trará inúmeros benefícios para a sua empresa.

Como não errar na conciliação de cartões?

A conciliação de cartões ajuda a sua empresa de inúmeras formas. Mas, como falamos aqui, trata-se de um processo que pode ser trabalhoso e demandar tempo. Lembre-se sempre de atualizar sua planilha, software de gestão ou sistema de conciliação após fechar a venda, na hora do almoço ou no fim do expediente. Só não vale deixar passar.

Concentre-se em passar todos os valores corretamente, pois um erro no cadastro dos dados pode causar distorção em seus resultados. Caso não seja você a fazer a conciliação, não deixe de alertar o funcionário sobre todos os cuidados com os dados, para que eles estejam sempre corretos, e a conciliação de cartões seja feita de forma adequada, sem gerar prejuízos ou dores de cabeça para o negócio.

O que é preciso para começar a fazer a conciliação de cartões?

Não perca mais tempo e não se arrisque. Garanta a saúde financeira da sua empresa implementando esse processo. No começo pode parecer trabalhoso, mas, no fim das contas, você vai perceber e sentir na prática o quanto isso pode ser vantajoso.

Evite surpresas negativas ao vender para cartões de crédito ou débito. Abaixo, preparamos um passo a passo para ajudar você a fazer esse processo tranquilamente.

Use uma planilha ou um sistema de controle

Para fazer a conciliação corretamente, você lidará com muita informação. A maneira mais direta de fazer isso é com uma planilha, registrando todas as vendas e colocando-as manualmente no documento.

As desvantagens desse processo é que ele demanda muito tempo, seu ou dos colaboradores, e pode levar a erros. O ideal é automatizar a operação, fazendo a conciliação a partir de um sistema de gestão ou outra ferramenta.

Guarde todas as filipetas e registre as informações

Já mencionamos as filipetas, os extratos das compras no cartão de crédito. É crucial que você as guarde, pois caso ocorra algum erro no processo, esse documento é a única forma de comprová-lo.

No momento de registrar as informações, priorize dados como o valor e data da venda, além do número de parcelas e a forma de pagamento.

Divida as compras por bandeira ou operadora

Essa é uma dica interessante para ajudar a ver quem cobra mais. Todas as bandeiras e operadoras de cartão cobram taxas. Se você não conhece muito bem esses valores, pode estar perdendo dinheiro e nem saber o porquê. Portanto, divida todas as compras em categorias, por bandeira ou operadora, para conhecer os valores das taxas cobradas e negociar.

Faça o controle do extrato bancário

Essa é a conciliação bancária que mencionamos acima. Fique sempre de olho no extrato do banco, para garantir que os valores das compras caiam nas suas contas no momento certo.

Tenha periodicidade no monitoramento

Fazer a conciliação de cartões deve ser parte da sua rotina. O ideal é que você faça o controle financeiro completo semanalmente, de modo a corrigir possíveis problemas o mais cedo possível.

Além disso, a frequência evita que as informações se acumulem. Quando isso acontece, ou os gestores tendem a adiar o processo ou fazem com pressa, potencializando erros.

Além dessa conferência mais completa que acontece, de preferência, semanalmente, é importante fazer a finalização diária. Isso é ainda mais fácil se você faz a conciliação automática com um sistema, já que ele reúne todas as informações em um único ambiente. Logo após fechar a loja, vale a pena conferir as vendas do dia.

Busque centralizar as informações

Para facilitar o processo, o ideal é que você não fique pulando entre diferentes sistemas. Você, provavelmente, oferece diversas experiências de pagamento, o que significa que existem muitos dados de fontes diferentes que precisa gerenciar. Centralizar as informações é a resposta ideal, já que garante que você não terá falhas, além de dar muito menos trabalho.

Não cometa erros comuns na conciliação de cartões

Existem muitas falhas que você não pode cometer nesse processo. Confira as principais, a seguir.

Não usar um sistema de gestão

Isso não é necessariamente um erro, mas o sistema de gestão ajuda muito. Isso porque ele recebe os dados de venda automaticamente das maquininhas, cortando uma parte extremamente trabalhosa do processo. É nesse momento de troca de informação que os erros são mais comuns.

Não ficar de olho nas fraudes e chargebacks

Por conta do chargeback, certos clientes podem agir de má-fé e tentar usar esse recurso para pedir estorno em compras que foram efetivadas. É importante ficar atento para não cair nessa armadilha.

Não seguir o fluxo da conciliação de cartões

Mencionamos o passo a passo desse processo, e um erro muito comum é negligenciar parte dele. Lembre-se de que a venda só termina quando o dinheiro está na sua conta. Portanto, observe primeiro se as vendas que você anotou foram as mesmas da maquininha.

Em seguida, verifique se as vendas têm pagamentos agendados. Por fim, quando chegar a data, garanta que o dinheiro caiu na sua conta.

Não ter uma frequência adequada

Outro erro comum é não fazer esse processo com a frequência adequada. Dependendo do volume de vendas, pode até mesmo ser necessário fazê-lo diariamente.

Percebeu como esse processo é importante? Comece já a fazer conciliação de cartões na sua empresa e garanta que o fluxo de caixa da sua loja seja previsível e controlável, e que esteja sempre saudável. Ao fazer esse processo, você encontra erros mais cedo e ainda pode conhecer melhor como são os pagamentos na sua loja, de modo a negociar e otimizar as vendas.

Gostou do post? Percebeu todas as vantagens de fazer a conciliação de cartões? Então, confira este artigo sobre o aplicativo Granito e como ele pode ajudar a fazer a conciliação de cartões onde quer que você esteja!