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Conheça a estimativa de consumo para 2023/2024

estimativa de consumo

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Estamos chegando ao fim de mais um ano: 2023 vai dar lugar a 2024. Para as empresas, a virada de ano sempre envolve expectativas e planejamentos, geralmente baseados na expectativa e na estimativa de consumo das pessoas para essa época do ano.

Observe-se que, de acordo com Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central do Brasil, o Produto Interno Bruto (PIB) do país vai apresentar um crescimento de 3% em 2023 e, aproximadamente, 2% em 2024.

Continue a leitura e veja mais informações sobre o assunto. Confira qual é a estimativa de consumo 2023/2024. O entendimento sobre os índices de consumo ajuda a traçar estratégias para o próximo ano.

Qual é a estimativa de consumo 2023/2024?

O desempenho favorável da economia nacional está atrelado a aspectos como melhoria do cenário internacional e crescimento da demanda interna.

O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) apresentou, no dia 29 de setembro de 2023, uma detalhada avaliação de desempenho da economia do país no terceiro trimestre de 2023. Esse relatório é chamado de Visão Geral da Conjuntura.

A estimativa de consumo em relação a diferentes setores da economia formou uma tabela, conforme apresentado pelo Ipea:

  • agropecuária: 2023, 15,5%; 2024, 0,4%;
  • indústria: 2023, 1,7%; 2024, 2,0%;
  • serviços: 2023, 2,5%; 2024, 2,1%.

A estimativa de crescimento em relação ao Produto Interno Bruto apresentou os seguintes percentuais: para 2023, 3,3%; para 2024, 2,0%. A estimativa de consumo referente a outros critérios fechou com os resultados a seguir:

  • consumo das famílias: 2023, 2,9%; 2024, 2,0%;
  • consumo do governo: 2023, 1,8%; 2024, 1,4%;
  • FBCF (Formação Bruta de Capital Fixo): 2023, -2,1%; 2024, 3,0%;
  • exportações de bens e serviços: 2023, 8,5%; 2024, 4,1%;
  • importações de bens e serviços: 2023, 0,5%; 2024, 4,3%.

Em relação ao mercado financeiro, o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central no dia 4 de dezembro de 2023, fez algumas estimativas interessantes para 2024, como:

  • meta de inflação de 3%;
  • taxa básica de juros de 9,25% ao ano;
  • estimativa do dólar para fim do ano de 2024 de R$ 5,03.

Quais são as principais tendências de consumo 2023/2024?

Após anos de rápida evolução industrial, social e tecnológica, o ano de 2024 vai inaugurar um período de realinhamento entre os consumidores, a empresa e o mundo.

Conforme o Boletim de Tendência Multissetorial da Inteligência de Mercado do Sebrae, os hábitos de consumo serão moldados por diversos fatores, como:

  • mudanças sociais;
  • avanços tecnológicos;
  • questões econômicas;
  • questões ambientais.

Pesquisa efetuada pela McKinsey, em julho de 2023, revelou que existe uma tendência de otimismo em relação ao consumidor brasileiro:

  • otimismo com o futuro: o consumidor brasileiro mostrou um grau de otimismo que passou de 31% para 43%, entre agosto de 2022 e julho de 2023;
  • austeridade no presente: as categorias em que o consumidor mais reduziu custos nos últimos meses foram de vestuário, eletroeletrônicos e produtos domésticos (82% dos consumidores reduziram, ao menos, um tipo de gasto);
  • omnicanalidade como tendência: as lojas físicas ainda apresentam relevância na jornada de compra do consumidor, mas é importante que as empresas invistam ainda mais no phygital (integração entre os canais digitais e físicos).

Os sentimentos do consumidor

A estimativa de consumo para 2024 está condicionada a certos sentimentos do consumidor os quais as empresas deverão acompanhar para se manterem ágeis e inovadoras. Veja quais são eles!

Sentimento 1: choque com o futuro

O processo rápido de digitalização, a evolução da IoT (Internet das Coisas), a hiper-informação e a conexão entre o digital e o físico proporcionam muitas vantagens, mas criam também angústia, insegurança e ansiedade, associadas à adaptação em vertiginosa velocidade.

A constante correria faz com que os consumidores desenvolvam sentimentos de despreparo e desordem, podendo mesmo gerar paralisia social e emocional.

Assim, em 2024, a percepção do tempo vai acelerar, já que existirá fusão das realidades virtuais e físicas. A empresa deve ter cuidados para não alimentar comportamentos depressivos e viciantes.

Sentimento 2: excesso de estímulos

O consumidor está conectado o tempo todo com sons, movimentos, luzes, desafios e enredos devido à intensa interação com redes sociais, plataformas de entretenimento, comércio eletrônico, streaming, games e outros elementos.

Quanto maior a quantidade de conteúdo disponível, a atenção tende a ser menor, e maior é a urgência das empresas pela oferta de novos conteúdos.

As empresas precisam ser objetivas, produzindo conteúdos relacionados com as efetivas demandas do público.

Sentimento 3: otimismo realista

O otimismo precisa associar-se a uma visão realista, pois uma positividade exacerbada pode ser nociva. É necessário que as pessoas desenvolvam sentimentos positivos em épocas complicadas, estimulando o propósito, o altruísmo e a compaixão.

Sentimento 4: encantamento

Em 2024, a população, cansada, repensará seu comportamento na busca pelo encantamento para, dessa forma, conseguir se revitalizar, inspirando, assim, as comunidades à reconexão e reconstrução de laços. Desse modo, amplia-se a visão de mundo.

O encantamento pode ser aproveitado pelas empresas para transformar momentos específicos do consumidor em boas experiências.

Embora o encantamento seja, atualmente, substituído pelas necessidades de segurança e estabilidade, ele pode aliviar a tensão do dia a dia em experiências marcantes, que ajudam o consumidor a focar no presente.

Quais são os perfis de consumidor estimados para 2024?

A estimativa de consumo para 2024 deve considerar também os perfis que vão atuar no próximo ano. A empresa precisa conhecer quais serão esses perfis para desenvolver estratégias mais precisas, orientadas conforme o(s) perfil(is) que almejam atingir. Saiba mais sobre eles, a seguir!

Reguladores

São consumidores que buscam o equilíbrio entre o pessoal e o profissional, mantendo o controle sobre suas vidas. Eles também se esforçam para controlar o processo de consumo, assegurando mais autonomia, com compras sem contato e coletas programadas.

Conectores

O consumidor conector repensa a cultura de produtividade máxima e identifica aquilo que realmente é importante, ou seja, ele consome com consciência. Valoriza mais a cultura do acesso do que a cultura da propriedade.

Construtores de memórias

São consumidores que usufruem ao máximo o tempo, enxugando relações, procurando melhorar as relações e simplificando a vida. Eles vivenciam o presente e assumem a imperfeição.

Neossensorialistas

Consumidores que buscam o melhor do mundo digital e do mundo físico, estão atentos às inovações, principalmente, às tecnológicas.

Para 2024, as empresas precisam avaliar o consumo e desenvolver estratégias alinhadas com as emoções e ações do consumidor. Isso envolve personalizar as recomendações, concentrar-se no comportamento pré-compra e ser ativo nas redes sociais.

Vale a pena ainda investir em tecnologia, observar a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e reconhecer o papel dos influencers na economia da influência para aprimorar o marketing.

Depois de conhecer a estimativa de consumo para 2024, confira algumas dicas para fazer seu negócio crescer no próximo ano!

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