gatilhos mentais

Guia sobre os gatilhos mentais mais utilizados em vendas

Em tempos tão competitivos e em um país tão repleto de oportunidades quanto o Brasil, empreendedores, gestores e empresas precisam apostar em estratégias variadas, para que possam atingir um alto nível de sucesso. Pensando nisso, preparamos este guia sobre os gatilhos mentais mais utilizados em vendas.

Esses recursos são capazes de provocar alguma reação nas pessoas e tirá-las da sua zona de conforto — o que leva clientes a uma decisão positiva de compra. No entanto, para que tudo dê certo, é preciso saber como aplicar esses gatilhos mentais de forma adequada. Continue lendo o conteúdo e descubra como fazer isso!

Afinal, o que são gatilhos mentais?

Podemos definir os gatilhos mentais como informações isoladas ou conjuntas, passadas por um interlocutor para outra pessoa, com o intuito de provocar uma reação automática e, por vezes, até inconsciente. Isso ocorre porque, em linhas gerais, o ser humano é condicionado a responder de determinadas maneiras a estímulos específicos.

Nesse contexto, profissionais, gestores e empresas que estejam querendo otimizar as vendas podem fazer uso de gatilhos mentais, desde que dominem esse mecanismo e o apliquem de forma ética. A ideia não é induzir ninguém a fazer algo que não queira, mas facilitar a percepção de valor em relação a produtos ou serviços que estejam sendo oferecidos.

A nossa mente toma decisões com base em contextos sociais, emocionais, comportamentais — alguns inatos e outros ligados aos aprendizados de experiências que passamos. A racionalidade, via de regra, surge depois na tentativa de justificar as ações. O gatilho mental funciona, portanto, como uma incitação, que age diretamente em nosso cérebro.

De que forma o ser humano toma decisões?

Você pode até não se dar conta, mas toma milhares de decisões no seu dia a dia. Isso acontece quando opta por levantar da cama, escovar os dentes, colocar uma roupa, dirigir por certo trajeto ou dar bom dia ao colega de trabalho. Parte da nossa rotina acontece no “piloto automático”, com ações quase inconscientes.

Isso nos poupa tempo e energia, uma vez que, se tivéssemos que pensar em tudo, provavelmente não sobrariam muitos momentos disponíveis para focarmos nas tarefas necessárias — e até para nosso crescimento pessoal. Temos sistemas diferentes e complementares de pensamento, cada qual utilizado em ocasiões específicas.

Enquanto em algumas situações somos rápidos e instintivos, em outras somos racionais, lógicos e calculistas. Isso quer dizer que, para quem deseja experimentar um aumento das vendas, os gatilhos mentais podem ser empregados como uma espécie de atalho, que costuma desencadear reações automáticas e intuitivas.

Como funcionam os gatilhos mentais?

Como você poderá conferir abaixo, existem muitos gatilhos mentais diferentes, que podem ser empregados de acordo com a situação, a experiência do profissional, o mercado no qual se está atuando e o perfil do cliente em questão. No entanto, de uma maneira geral, todos funcionam de uma forma similar e com um padrão.

A ideia é que eles funcionem como um despertador de emoções positivas, tirando a pessoa de sua zona de conforto, mas não deixando de relembrar boas sensações experimentadas no passado. É importante que o outro se sinta motivado e engajado a agir. Dessa maneira, é natural perceber que os gatilhos metais são muito usados em vendas e marketing.

Os canais digitais têm colocado isso em prática e as compras online não param de aumentar com a utilização de tais estratégias. É bem provável que você já tenha visto em algum site ou e-commerce, por exemplo, que só resta um ou dois produtos disponíveis que despertaram o seu interesse. Esse é um poderoso gatilho mental, relacionado com o senso de urgência.

Por que usar gatilhos mentais em vendas?

Com tudo o que você leu até aqui, já pôde perceber que os gatilhos mentais podem ultrapassar o pensamento racional de uma pessoa e levá-la a comprar por instinto, pensando muito mais nos grandes benefícios que ela experimentará ao adquirir determinado produto ou serviço do que com o valor que terá que gastar para obtê-lo.

Esse impulso é crucial para o empreendedorismo e pode estar relacionado com um aumento exponencial nas vendas. Um gatilho mental, quando bem aplicado, pode atrair contatos interessados, levar uma pessoa à decisão de compra, influenciar nos resultados, persuadir na hora em que alguém estiver em dúvida e assim por diante.

Quais são os gatilhos mentais mais utilizados?

Agora que você já está por dentro do conceito de gatilhos mentais, aprendeu sobre a sua relevância para as vendas e descobriu como é o processo de tomada de decisões dos seres humanos, vamos trazer o conteúdo para a prática e dar alguns exemplos comuns desse tipo de estratégia? Acompanhe!

Gatilho da escassez

O gatilho da escassez é um dos mais comuns no mercado e ganhou maior notoriedade ainda com o advento da internet e das lojas virtuais. Ele se baseia no princípio de que, para o ser humano, quanto mais complicado for para ele conseguir alguma coisa, mais valor ele tende a dar. A mente age instintivamente, pelo medo de perder.

Especialistas não hesitam em afirmar que esse medo é maior e mais poderoso do que o desejo de ganhar. Sendo assim, dá até para mudar a postura e a decisão do consumidor, levando-o a fechar negócio logo. Um exemplo prático no marketing é quando você procura um produto em um e-commerce e aparecem mensagens do tipo: “só mais 1 item disponível”.

Gatilho da prova social

Não há dúvidas de que o ser humano é um animal social e, sabendo disso, fica mais simples entender que a sociedade e sua aprovação influenciam em nossas decisões. Diante desse contexto, o gatilho da prova social utiliza a poderosa força da opinião alheia, incluindo algumas estratégias específicas nas ações de marketing e divulgação.

Uma tática bastante tradicional, especialmente na internet, consiste em incluir elementos como depoimentos e avaliações de clientes e parceiros. Quase todos os sites têm isso e utilizam os feedbacks positivos para atrair novos consumidores, que terão a sua tomada de decisão de compra facilitada por quem já experimentou o produto ou serviço.

Gatilho da afeição

O gatilho mental da afeição é um dos mais comuns no universo das vendas e é bastante provável que você já tenha se deparado com ele. Como o próprio nome já diz, trata-se de construir um relacionamento da empresa, produto ou serviço oferecido, de maneira que o cliente se sinta confortável em pagar por ele.

Diversos fatores podem ser empregados nesse sentido, como atratividade, semelhança, elogio, familiaridade e associação, em busca da construção de afinidade e da conquista de um público determinado. Via de regra, quanto mais próximo um ser humano se sentir de algo, maiores serão as chances de que ele ouça e aceite as propostas.

Gatilho de antecipação

Uma das formas de vender mais é por meio da geração de expectativas, e profissionais ou empreendedores que trabalham com o público já têm plena consciência disso. O gatilho da antecipação utiliza essa premissa, apostando em gerar as melhores perspectivas sobre o lançamento de um certo produto ou serviço.

As ações de publicidade são planejadas de forma a “preparar o terreno”, com aspectos instigantes, charmosos e que despertem o desejo de consumo. Um exemplo clássico de quando isso acontece é quando um anúncio mostra que algo vai mudar a sua vida ou a forma pela qual você realiza determinada atividade.

Gatilho da autoridade

O gatilho da autoridade é outro dos mais populares gatilhos mentais utilizados no mercado. Ele existe há muito tempo e se relaciona com o fato de que as pessoas têm muito mais segurança em comprar algo com qualidade comprovada. Isso faz com que os clientes tenham mais confiança na marca, produto ou serviço oferecido.

Tem um pouco a ver com o gatilho de aprovação social, mas está mais relacionado com a empresa em si, bem como a sua expertise no segmento em que atua. Na era da internet, uma forma de mostrar isso é pela produção e compartilhamento de conteúdos relevantes, explicativos e inovadores, como feito em blogs, sites e redes sociais.

Gatilho da reciprocidade

O princípio da reciprocidade é um valor que pode ser considerado inato nos seres humanos e está presente em toda a história da humanidade. O universo das vendas, logicamente, não poderia deixar de aproveitar essa característica para aumentar os seus resultados. Portanto, você pode usar o gatilho mental de reciprocidade em seu favor.

Quando recebemos algo de alguém, é natural que a gente se sinta compelido a devolver alguma coisa em troca. Por isso, as empresas enviam brindes, pequenos mimos, cursos online gratuitos, e-books e amostras grátis, etc. O cliente que ganha, via de regra, fica mais propenso a adquirir algo com quem o presenteou.

Gatilho da novidade

A novidade é um forte mental gatilho para os seres humanos e algumas marcas são campeãs em explorar isso para impulsionar as suas vendas. Entre os segmentos que mais praticam essa estratégia, podemos destacar o setor de automóveis, que trabalha muito os seus lançamentos, bem como o de telefonia, que sempre cria expectativas de novos aparelhos.

Também é possível trabalhar essa estratégia mesmo que você não esteja realizando uma grande mudança nos produtos ou serviços, apenas atribuindo uma ou mais atualizações ou melhorias à solução que propõe. O mais importante é fazer com que isso se torne um diferencial importante e que mereça ser lembrado.

Gatilho de compromisso e consistência

O gatilho de compromisso e consistência é altamente eficaz em algumas áreas, sobretudo naquelas que demandam mais ética e precisão, como o setor da saúde. Profissionais desse tipo de ramo precisam garantir a sua credibilidade e não hesitam em ressaltar que farão grandes esforços para permanecerem coerentes em suas palavras e ações.

No marketing, isso mostra que há uma preocupação efetiva com o cliente, não tratando ele apenas com um número ou um consumidor. De quebra, acaba sendo uma maneira de convencer pelo exemplo e de colocar na mente das pessoas que elas estarão seguras ao optarem por contratar esse serviço ou produto.

Gatilho de pertencimento

Quem não gosta de se sentir pertencente a um lugar ou a um grupo de pessoas? Mais uma vez, vale a premissa de que o ser humano é um animal social, que procura, naturalmente, estar em meio a outros. Por isso, saber como usar gatilhos mentais relacionados ao pertencimento é uma das estratégias mais eficazes e utilizadas em todo o planeta.

As empresas se valem desse desejo que está em nosso subconsciente, o que o torna ainda mais intenso! Daí nasce a ideia de personalidade da marca, por exemplo. Elas se valem de ações de comunicação, que reforçam a personalidade da empresa. O princípio é reforçado quando os clientes são mais bem ouvidos e podem contribuir.

Gatilho de dor vs. prazer

As relações de dor e prazer são muito poderosas ao longo da história da humanidade e, muitas vezes, foram usadas para o lado negativo. No entanto, pensando em marketing e gatilhos mentais, elas podem ser fortes fontes de encorajamento, sobretudo quando utilizadas de maneira habilidosa e muito bem premeditadas pelo marketing.

As ações podem demonstrar algo que agrade, mas são ainda mais eficazes quando ressaltam alguma coisa da qual queremos nos livrar. Por isso, na jornada de vendas, é muito comum que, em um primeiro momento, sejam elencadas as dores do indivíduo, para depois apresentar as soluções que podem ser proporcionadas como solução a elas.

Gatilho do descaso

O gatilho do descaso é um dos mais curiosos dessa lista e vem ganhando espaço nos últimos anos, sobretudo pela facilidade nas formas de contato que a internet e a telefonia, com seus inúmeros aplicativos de comunicação, proporcionaram às empresas. Ele tenta imprimir a sensação de que todo mundo tem algo, mas sem exageros ou insistência.

O seu princípio se dá no fato de que a grande maioria das pessoas não aguenta mais receber propagandas, contatos ou e-mails de divulgação, chegando ao ponto de sequer abri-los em boa parte das vezes. Nesta estratégia, a insistência é ponderada e a ideia é dar foco às qualidades da solução oferecida, retirando objeções, mas sem grande persistência.

Gatilho da simplicidade

O gatilho da simplicidade é mais um que vem ganhando espaço e tem alta eficiência no desafio de fidelizar determinados perfis de consumidor. Como o próprio nome diz, trata-se de um gatilho mental bastante simples, consistindo em mostrar, de forma clara e sem complexidades, o serviço ou produto que está sendo oferecido.

Frases de efeito costumam ser empregadas, assim como estratégias de “passo a passo”, que facilitam a compreensão do cliente e fazem com que ele não crie mais dúvidas, que poderiam funcionar como objeções. Isso não quer dizer que as ações não precisam ser muito bem pensadas, pois é preciso gerar valor sem poder fazer grandes rodeios.

Como aplicar os gatilhos mentais na estratégia de vendas?

Você já conheceu o conceito de gatilhos mentais, aprendeu sobre a sua relevância para as vendas, descobriu como é o processo de tomada de decisões dos seres humanos e conferiu quais são os tipos mais utilizados no mercado de hoje. Para complementar seus conhecimentos, vamos mostrar como você deve aplicá-los!

Trabalhe sua identidade visual

Não dá para falarmos em estratégias de marketing, usando ou não gatilhos mentais, se uma empresa ou profissional não conta com uma identidade visual bem desenvolvida. Ela é extremamente importante quando o assunto é negócios e quando falamos de vendas, pois causa forte impacto nos consumidores e no público em geral.

Vale à pena pagar um profissional para criá-la, de acordo com ramo, valores, objetivos e missão do seu empreendimento. Ela estará presente em todas as fases do contato, físico ou virtual, desde o atendimento, a geração de valor e a efetivação da transação. Isso ajuda a despertar curiosidade, aumenta o pertencimento e torna suas propostas mais persuasivas.

Faça conteúdos criativos e relevantes

O chamado marketing de conteúdo vem sendo um tremendo sucesso em todo o planeta nos últimos anos, valendo-se da premissa de que quase todo consumidor tem um celular e o utiliza para navegar na internet, mesmo quando ele não tem a intenção de comprar nada. Por isso, é preciso “fisgar” esse cliente, sendo mais inteligente que a concorrência.

Isso ocorre quando você tem um diferencial, criando artigos interessantes, enviando newsletters, oferecendo e-books de maneira gratuita ou fazendo vídeos para postar no YouTube. No entanto, não caia na tentação de fazer isso de qualquer jeito. É preciso agregar valor, caso contrário, você estará falando para ninguém.

Aposte no poder das redes sociais

As redes sociais ajudam em diversos aspectos quando pensamos em estratégias de marketing e ajudam a tornar possível que mesmo pequenos negócios consigam competir com grandes corporações. Afinal, a internet não tem dono e, por meio de ações estratégicas e acertadas, você pode atingir seu público-alvo sem gastar grandes recursos.

Ter perfis nas principais mídias do gênero é algo imprescindível, mas é crucial que eles sejam dinâmicos e interativos, sanando dúvidas, fazendo contatos e, quando possível, retirando objeções. Elas devem conter a identidade visual da sua marca e agir de acordo com seus valores, servindo também como meio de compartilhamento de conteúdo relevante.

Potencialize sua gestão de marca

Você já ouviu falar sobre o conceito de branding? De maneira resumida, podemos falar que se trata de um conjunto de ações estratégicas voltadas para o posicionamento, relacionada com o propósito e com os valores de uma marca. Seu objetivo principal é despertar sensações, assim como os gatilhos mentais o fazem.

Quando você tem um bom branding, as pessoas são capazes de reconhecer seus produtos ou serviços de imediato, o que é muito positivo em termos de passar a sensação de urgência ou pertencimento, por exemplo. Trata-se de manter seu negócio em nível máximo, marcando presença e passando uma impressão mais positiva na mente de clientes e do público geral.

Mostre a oportunidade como especial

Vários gatilhos mentais estão relacionados com a questão da oportunidade, e passar essa ideia para o cliente é algo muito importante. Muitas vezes, para efetivar vendas na hora, o consumidor precisa apenas sentir que essa compra é especial. E, como vimos acima, existem várias maneiras de fazer isso, cabendo a você utilizá-las.

Você pode apostar na prova social, uma técnica muito valiosa, tendo em vista que destaca a opinião de quem já é seu comprador. Estimule recomendações e depoimentos. O de escassez também é eficaz e bem simples de ser adotado, sobretudo se você atua na internet. Não se esqueça também de mostrar-se como autoridade para atrair pela confiança.

Treine bastante os seus funcionários

Se tem funcionários que trabalham com a venda direta para clientes, pouco adianta que só você domine as técnicas de gatilhos mentais. É preciso que eles sejam muito bem treinados, ficando familiarizados com o conceito e suas principais aplicações. Caso contrário, a estratégia pode ter até mesmo um efeito negativo.

Encare os aperfeiçoamentos da equipe como investimentos e não como despesas, pois isso trará um retorno importante com o passar do tempo. Além de cursos voltados para o tema, você pode procurar por palestras ou mesmo aulas online. Caso os recursos estejam curtos, por que não apostar em ações internas e reuniões?

Não deixe de investir em tecnologia

Quem não investe em tecnologia em tempos tão competitivos quanto os dias de hoje, definitivamente, está abrindo brecha para perder espaço para os concorrentes. Atualmente, existem soluções incríveis no mercado, muitas das quais bastante adaptáveis ao tamanho da empresa e aos recursos disponíveis para investimento.

Os softwares de gestão, por exemplo, centralizam todas as informações relevantes sobre os consumidores em um só local. Você pode acessar esses dados com poucos cliques e de qualquer lugar, ganhando elementos incríveis para conhecer melhor o seu cliente e direcionar suas ações, escolhendo os gatilhos mentais que mais se encaixam nesse perfil.

Agora você já conheceu os gatilhos mentais mais utilizados em vendas. Escolha aqueles que mais se identificam com o seu segmento e seus clientes, de forma a tirá-los da sua zona de conforto e fazer com que experimentem os benefícios da solução que você tem para oferecer!

Gostou do conteúdo do nosso guia sobre os gatilhos mentais mais utilizados em vendas? Então que tal conferir mais um artigo aqui no blog que trata sobre o fenômeno da sazonalidade?

metas para empresas

Como criar boas metas para as empresas?

Fazer a gestão de um negócio não é uma tarefa nada simples, não é mesmo? É preciso estar familiarizado com os números, lidar com os funcionários, negociar com os fornecedores, controlar o caixa e, ainda por cima, vencer a forte concorrência. Por isso, aprender como criar boas metas para as empresas pode ser muito importante.

Esse tipo de estratégia vem fazendo cada vez mais sucesso e se mostrando como um recurso valioso, especialmente, para quem deseja extrair o máximo de suas operações e oferecer um direcionamento relevante, que pode ajudar nas tomadas de decisão. Continue lendo e aprenda mais sobre o tema!

Afinal, o que são metas nas empresas?

O conceito de meta pode ser definido como um recurso utilizado para transformar um objetivo em um fato concreto. Quando alguém utiliza esse termo, está falando de tarefas que têm seus caminhos e demandas, que precisam ser efetuados de forma específica, para que se obtenha o êxito desejado.

Pensando em uma empresa, a definição de metas é bastante comum, principalmente, para que colaboradores e até gestores saibam exatamente o que fazer, quando, de que maneira e em quanto tempo, de forma estruturada. Isso também ajuda a mensurar o desempenho de funcionários e a produtividade da companhia em curto, médio e longo prazos.

Quais as vantagens de criar boas metas?

Agora que você já está um pouco mais familiarizado com o conceito de metas e viu como elas podem ser relevantes na busca por resultados concretos e mensuráveis, vamos detalhar algumas das principais vantagens de aplicá-las no contexto de uma empresa. Veja alguns exemplos.

Entender a situação atual

Uma das principais vantagens de criar boas metas é que isso ajuda a entender melhor a situação atual da empresa. No empreendedorismo, isso é muito importante, pois não dá para vencer a concorrência sem dominar os próprios processos internos. Na criação de metas, você precisa “olhar para dentro”, avaliando ações e compreendendo o que pode buscar.

Detalhar os principais objetivos

Ao entender muito bem a própria empresa, você pode detalhar os seus principais objetivos. Há uma melhora nos direcionamentos, traçando propósitos com maior especificidade, deixando mais claro o que, como e por quem deve ser feito. Isso confere melhor rumo para colaboradores e mesmo para os gestores.

Designar alvos alcançáveis

A construção de negócios bem-sucedidos depende, sobretudo, de determinar metas alcançáveis. É preciso considerar o público, os colaboradores, os recursos disponíveis, o posicionamento do negócio, o mercado e até o momento da economia. Quando se vence o desafio proposto, além dos lucros obtidos, há um forte estímulo para se fazer mais.

Estimular o trabalho de equipe

O estímulo a se fazer mais, logicamente, se reflete na equipe. Sabendo que o verdadeiro valor de qualquer empresa está no talento dos seus funcionários, isso é altamente relevante para o sucesso. A criação de boas metas dá direção, senso de urgência e até propósito ao trabalho, reforçando a união e o comprometimento de todos.

O que são metas SMART e como criá-las?

Compreendendo a importância de se criar boas metas para empresas, é natural que existam metodologias para que isso seja feito. Uma delas é chamada de SMART, formada pelas iniciais de cada um dos seus atributos em inglês. Ela se propõe a ser um caminho inteligente para traçar objetivos empresariais, como falaremos abaixo.

S — Specific

O S, que inicia a sigla, é para a palavra específica, na língua inglesa. Isso quer dizer que os empreendedores devem saber com precisão o que desejam alcançar com o objetivo traçado, como fazer isso, quem são os colaboradores responsáveis pelas ações necessárias, qual o motivo para isso e assim por diante. Somente a partir disso você poderá seguir em frente.

M — Measurable

A letra M nas metas SMART está relacionada com o termo mensurável, o que quer dizer que as tarefas propostas devem ter a possibilidade de ser observadas e medidas. É uma característica que está relacionada com prazos e resultados, de forma a permitir a compreensão de se estar próximo de ter êxito ou não. Isso é importante para que se possa realinhar estratégias, se for o caso.

A — Attainable

O A, em SMART, é para a palavra atingível. Isso quer dizer que pouco adianta criar metas que estejam fora da realidade do seu negócio ou da capacidade dos seus funcionários. Caso contrário, elas podem ter até um efeito negativo, pois o insucesso gera desmotivação para a equipe. Para ter essa resposta, você deve avaliar o histórico da sua empresa, o mercado e assim por diante.

R — Relevant

A letra R é para o termo relevante, pois não adianta traçar metas alcançáveis se elas forem pouco importantes para o processo. É preciso que elas contribuam com o desenvolvimento ou o crescimento do negócio em algum nível, impactando os números da empresa. Isso demanda um profundo conhecimento dos seus processos internos, para se chegar a algo tangível e valioso.

T — Time based

Por fim, temos a letra T nas metas SMART, que está relacionada com o conceito de tempo. Se o gestor ou empreendedor não estipular prazos, será impossível saber se o objetivo proposto está perto de ser alcançado ou não, não é mesmo? Por isso, é crucial que tudo seja definido em um período determinado, condizente com sua relevância e nível de complexidade.

Se você chegou até aqui, é muito provável que já esteja familiarizado com o conceito de metas e tenha apreendido os elementos cruciais para fazer isso, entre eles, o uso de metodologias como a SMART. Em pequenas empresas, isso pode ser ainda mais essencial, pois é preciso usar criatividade e eficiência para concorrer com os maiores nomes do mercado.

Gostou de aprender como criar boas metas para empresas? Lembre-se de que esse é um aprendizado constante, no qual você precisa aumentar seus conhecimentos e, sempre que preciso, determinar novas ações e realinhar suas estratégias. Por isso, não deixe de conferir nosso outro post em que listamos 5 ferramentas fundamentais para a gestão do seu negócio!

como organizar as finanças da empresa

Como organizar as finanças da empresa? Guia prático

Pequenos empresários precisam atuar com o máximo de precisão para conquistar o sucesso que almejam, sobretudo, em tempos tão competitivos e em um país que oferece tantas oportunidades quanto dificuldades, como o Brasil. Pensando nisso, preparamos este guia prático, mostrando como organizar as finanças da empresa.

Mesmo que o negócio esteja começando do zero, é crucial fazer um excelente planejamento acerca dos gastos e investimentos, mantendo uma gestão mais simplificada, que ajudará a evitar prejuízos e a tomar decisões melhores, mesmo em tempos de crise. Continue lendo o conteúdo e descubra como fazer isso!

O que são as finanças da empresa?

Podemos definir as finanças de uma empresa como o gerenciamento do capital obtido e dispensado pelo negócio, no contexto de como a organização lida com todas as atividades financeiras necessárias para sua existência e sua operação. Trata-se de ir além do mero fluxo de caixa, mas de incluir, também, como os recursos são administrados e investidos.

É comum que, em empresas de pequeno porte, o próprio empresário cuide da função. Para instituições maiores, via de regra, há um departamento voltado para isso. Entre os principais objetivos, está o de elevar o valor monetário do empreendimento como um todo, garantindo a existência dos fundos necessários para as suas atividades.

Por que as finanças da empresa são tão importantes?

A resposta para essa pergunta pode parecer óbvia, visto que é o aspecto financeiro que determina se uma empresa fecha o mês com lucros ou se tem problemas em arcar com salários, benefícios, impostos, fornecedores, contas recorrentes, despesas extraordinárias e assim por diante, chegando ao risco de ter que encerrar suas próprias atividades.

Entretanto, o fato é que a gestão financeira é um processo fundamental e mais relevante do que poderíamos imaginar. Com as fortes mudanças tecnológicas e econômicas que o mundo vem experimentando nos últimos anos, esse é um fator determinante para vencer os desafios do dia a dia e atingir os objetivos organizacionais traçados.

Há uma necessidade muito maior de fazer investimentos e aquisições de novas ferramentas, fazendo com que as finanças sigam muito além de apenas administrar receitas e gastos, mas também, de conferir capacidade de crescimento e desenvolvimento para o negócio. Além disso, posicioná-lo com autoridade e credibilidade em seu segmento de atuação.

Manter a conformidade nesse setor, portanto, passa a ser uma função-chave, que maximiza o valor da organização e demanda planejamento em curto, médio e longo prazos, com ações e estratégias bem definidas, além de análises contábeis. As finanças da empresa são uma área vital, na qual um descuido pode comprometer a continuidade operacional da instituição.

Como a organização ajuda na saúde financeira?

Agora que você já aprendeu um pouco mais sobre a importância das finanças da empresa, é bem provável que esteja querendo entender alguns elementos para melhorar esse tipo de gestão no seu próprio negócio. Por isso, é altamente recomendável que você reconheça o valor da organização dentro do contexto empresarial.

Seu empreendimento precisa ter uma análise clara e precisa de tudo aquilo que influencia o seu caixa, até para que ele cresça de maneira saudável e constante. Mais do que as entradas e saídas, é fundamental ter plena noção de quais produtos e serviços geram mais lucros, quais são as principais despesas, quanto custa sua folha e assim por diante.

Para isso, é possível fazer uso de algumas ferramentas, como os famosos sistemas de gestão. No contexto atual, eles podem ser considerados imprescindíveis para a administração de empresas, centralizando dados e informações relevantes em um só local, podendo gerar relatórios, lembrar prazos e aumentar a organização nos processos internos.

O ato de se organizar, portanto, ajuda nas ações mais básicas até as decisões estratégicas, de forma que seja possível minimizar a ocorrência de erros e conseguir obter ganhos mais sustentáveis e mantidos, permitindo agir em prol da qualidade. Na verdade, o maior motivo da organização é fazer que tudo funcione de forma certeira, com total precisão.

Como organizar as finanças? Veja nossas dicas

Você ampliou bastante os seus conhecimentos sobre a relevância de organizar as finanças da empresa e viu como isso pode ajudar muito além do que no mero aspecto econômico, mas até mesmo na tomada de decisões estratégicas e de investimento. Por isso, vamos dar algumas dicas para você aplicar no seu negócio. Acompanhe.

Elabore um bom plano de negócios

Você ainda não tem um plano de negócios? Então, é hora de parar e refletir, visto que esse recurso deve ser feito no princípio de qualquer empresa e ajuda muito na organização financeira depois. Trata-se de um documento de gestão, que serve para nortear todo o desenvolvimento e crescimento de qualquer empreendimento.

Para elaborá-lo, você deve analisar e tratar dos fundamentos da sua instituição, transcrevendo quando são seus valores, missão, objetivos e metas em curto, médio e longo prazos. Ali, também devem constar dados sobre a concorrência, os produtos ou serviços que você oferece e as projeções iniciais de faturamentos e despesas.

Separe finanças empresariais e pessoais

Um dos passos mais básicos para organizar as finanças, especialmente, quando falamos de pequenos negócios, consiste em separar os recursos empresariais dos pessoais. É muito comum que, quando é o próprio empresário que cuida dessa parte, ele acabe caindo na tentação de misturar as coisas, o que pode gerar sérios problemas.

Quando você não faz essa separação, fica impossível ter indicadores claros e uma boa compreensão de como o capital está entrando ou saindo no empreendimento. Por isso, o mais recomendável é que o proprietário separe para si um pró-labore e trate o fluxo de caixa de forma independente, como se fosse de outra pessoa.

Invista em ferramentas de automatização

Como falamos, a tecnologia é muito importante no contexto empresarial, e você não pode abrir mão de contar com uma ferramenta moderna no seu negócio. Felizmente, no mercado, existem muitas opções diferentes, com funcionalidades que podem atender com maestria às suas demandas e necessidades.

Um sistema de gestão, por exemplo, aposentará as planilhas de papel e facilitará sua administração financeira, ao mesmo tempo em que otimiza a operação e ajuda na conquista dos seus objetivos. Entre os recursos que você deve buscar, procure incluir a elaboração de relatórios, controle de contas a pagar, emissão de boletos e assim por diante.

Digitalize as formas de pagamento

Uma ação muito interessante no sentido de organizar as finanças da empresa consiste em digitalizar as formas de pagamento. Isso ajuda a ter controle e também confere mais credibilidade para o negócio, sobretudo, se você apostar no recebimento por meio de transações eletrônicas, com soluções customizadas para o seu cliente.

Dessa maneira, você ganha capacidade de atender a suas demandas e aumentar as vendas, o que é muito importante em um mercado tão competitivo quanto o atual. Isso também ajuda nos processos contábeis, visto que a digitalização permite melhor conferência e mais segurança no refinamento dos dados necessários para isso.

Não deixe de cultivar a disciplina

Uma das qualidades que um gestor ou empresário não pode deixar de ter é a disciplina. Empreender no Brasil é algo que oferece muitas oportunidades incríveis, mas também, desafios severos, para os quais devemos estar preparados com resiliência. Não há, portanto, como ter sucesso sem a devida dedicação e empenho.

Sendo assim, você deve ter foco no acompanhamento diário das finanças e operações, monitorando o desempenho e checando custos, faturamentos, lucros e assim por diante. Isso é ainda mais importante para empresas de pequeno porte, pois elas tendem a ser financeiramente mais frágeis e contam com menos recursos.

Faça a gestão adequada dos fornecedores

Na grande maioria das áreas do mercado, uma empresa precisa de insumos para negociar seus produtos ou serviços. Eles podem ser tanto a base do negócio quanto meros artigos para a execução das operações diárias, mas o fato é que, em maior ou menor nível, precisam ser considerados e administrados no contexto do fluxo de caixa.

Por isso, você deve fazer uma gestão adequada dos seus fornecedores, investindo na manutenção de um bom relacionamento, em especial, com aqueles que prestam serviços confiáveis e oferecem bons preços. É imprescindível fazer uma análise bem completa das instituições parceiras, atualizando condições e valores oferecidos.

Negocie boas condições de pagamento

É bem possível que você, eventualmente, receba solicitações de clientes para que reveja as condições de pagamento oferecidas. Da mesma forma, é bastante provável que você facilite para eles, pois é mais interessante dar descontos ou aumentar os prazos do que perder o dinheiro vindo desse consumidor, não é mesmo?

Esse mesmo princípio pode ser aplicado à sua empresa, com seriedade e estratégia. Quem faz negócio com você também tem interesse em receber, e é possível ajustar prazos, conseguir abatimentos ou parcelamentos quando necessário, para evitar que sua instituição tenha que arcar com um valor significativo de uma só vez ou pague juros excessivos.

Conte com auxílio de um profissional

Empresários de instituições de menor porte costumam, de uma forma geral, assumir a parte contábil do negócio, e isso pode ser prejudicial para quem precisa aprender como organizar as finanças da empresa. Excetuando-se casos nos quais o empreendedor entende muito sobre o assunto, contar com auxílio de um profissional pode ser muito importante.

O contador pode contribuir com o planejamento tributário do empreendimento e até as questões fiscais e de contabilidade, propriamente dita. Ele também pode oferecer consultoria para assuntos financeiros importantes. Trata-se de um profissional com total familiaridade com números e que pode trazer reflexões importantes para as questões econômicas.

Estabeleça uma quantia de capital de giro

Mesmo empreendedores iniciantes devem compreender a importância do capital de giro, principalmente, em momentos nos quais o mercado apresenta instabilidade e pode demandar maior flexibilidade por parte das empresas. Esse recurso pode ser extremamente necessário para que um negócio possa se manter e desenvolver de forma sustentável.

Contar com tal reserva em caixa pode ser crucial para que as operações possam ser sustentadas, como vencimento de contas, pagamento de fornecedores, manutenção do estoque, além de salários e impostos. É preciso ter uma quantia que permita que você consiga honrar os compromissos até os próximos recebimentos.

Tenha um excelente controle o estoque 

Muitos especialistas consideram o estoque como o coração da empresa e existem muitos motivos para isso. Afinal, problemas nesse setor podem fazer com que a operação simplesmente pare, deixando clientes e parceiros na mão. Obviamente, isso é algo bastante indesejável, que pode minar sua credibilidade no mercado e perante o público.

Estoque e finanças estão intimamente ligados e você não pode abrir mão desse controle, seja isso feito por meio de planilhas, seja com uso de um software de gestão. Dessa forma, você garante a eficácia dos processos internos e assegura a disponibilidade de produtos para venda ou dos insumos necessários para a prestação dos seus serviços.

Jamais deixe o seu capital parado

Essa é uma recomendação muito recorrente quando pensamos em termos de finanças pessoais, visto que a aplicação mais tradicional historicamente no Brasil, que é a poupança, perdeu muito de sua rentabilidade nos últimos anos, e não compensa mais. Porém, pensando no capital da empresa, o mesmo princípio se aplica.

Qualquer quantia parada se deprecia por conta da inflação, e isso pode causar perda de competitividade para o seu negócio. Mesmo que você não entenda muito sobre o assunto, procure o gerente do seu banco e faça com que os juros trabalhem a seu favor, e não o contrário. Existem investimentos variados e um deles, certamente, atende ao seu perfil.

Planeje muito bem a tomada de crédito

Um momento que chega na vida de muitos empresários no Brasil é a tomada de crédito. Embora isso seja comum, é muito importante que seja bem pensada, até para que não se perca a organização das finanças da empresa. Em muitas ocasiões, um empréstimo pode ser essencial para viabilizar a operação e a expansão dos negócios.

Entretanto, é preciso lembrar que isso envolve juros, e eles não costumam ser nada pequenos por aqui. O ideal é pesquisar bastante, observando quais são os bancos e instituições que oferecem linhas mais vantajosas para pessoas jurídicas. É recomendável ter o máximo de prudência, pois um passo em falso pode causar estragos irreversíveis.

Conte com uma reserva de segurança 

Mais do que o capital de giro, que é muito importante para a saúde financeira de qualquer empresa, outro ponto que merece ser considerado é a criação de uma reserva de emergência. Logicamente, isso nem sempre é possível, mas se trata de um recurso que pode servir para situações extraordinárias, sendo uma verdadeira salvação em momentos de crise.

No caso de investimentos, como dissemos, o ideal é que estejam alocados, pelo menos em sua maioria, em aplicações de liquidez alta, ou seja, que podem ser resgatadas rapidamente, sem maiores perdas de valor. Existem muitas alternativas no mercado, com o famoso CDB (Certificado de Depósito Bancário), bastante comum em bancos e corretoras.

Fique atento quanto ao longo prazo 

Um dos maiores aliados de quem deseja organizar as finanças da empresa é pensar em longo prazo. Esse é um atributo que deve se fazer presente em várias das dicas que falamos neste guia, desde o plano de negócios, passando pelas aplicações financeiras e controle de estoque, culminando na negociação com clientes e fornecedores.

Pouco adianta um sucesso fugaz, se você precisará fechar com lucros por muito tempo para ter êxito no seu empreendimento. Pensar com uma perspectiva de meses, ou mesmo de anos à frente, garante o seu futuro. Dessa forma, você pode se preparar para emergências e tomar as medidas necessárias, se for o caso.

Entenda o cenário atual do mercado

A última das dicas para organizar as finanças da empresa consiste em aumentar os seus conhecimentos sobre os processos internos do negócio e do mercado como um todo. Isso oferece elementos importantes e traz subsídios para a tomada de decisão, algo fundamental para um empreendedor que deseja ter êxito. 

Para prosperar, você precisa compreender o cenário financeiro atual e de que maneira você está se posicionando dentro do segmento. A internet pode ajudar nesse sentido, permitindo que você busque notícias, acompanhe as redes sociais dos seus concorrentes, veja quais práticas estão tendo sucesso e o que você pode aplicar na sua própria entidade.

Qual a importância de manter essa organização?

Se você chegou até aqui, os seus conhecimentos sobre como organizar as finanças da empresa já foram consideravelmente elevados, não é verdade? No entanto, se você ainda está em dúvida sobre como isso pode impactar o seu negócio, vamos mostrar a importância de manter essa organização. Veja.

Maior desenvolvimento da empresa

Um dos motivos que devem fazer com que você não abra mão de organizar as finanças da empresa é que isso permite um maior desenvolvimento do negócio. Afinal, o crescimento só é viável quando existem recursos para isso, de forma que a estruturação permita, inclusive, a manutenção da boa qualidade dos produtos ou serviços oferecidos.

Sem organização, o empreendimento ficará bastante restrito aos aspectos operacionais do negócio, experimentando maiores dificuldades em aumentar a lucratividade. Do lado oposto, ao estar organizado, você tem mais facilidade em reunir dados, utilizar métricas, verificar indicadores e saber o que precisa ser melhorado em cada ação.

Grande economia de tempo e dinheiro

O tempo é considerado por muita gente como o recurso mais importante dos dias de hoje, e ele acaba sendo mais bem empregado quando você conta com uma boa organização das finanças da empresa. Isso ocorre porque os gastos e prejuízos são uma preocupação constante, que pode minar a produtividade e tirar muitas horas do empresário.

Porém, se você conta com ferramentas que ajudam a organizar os recursos e ter melhor controle do fluxo de caixa, o cenário muda totalmente. Você evita atrasos e também horas extras de colaboradores, que poderiam gerar custos consideráveis. Com a redução de erros, você também evita retrabalho e, logicamente, economiza dinheiro.

Melhor manejo dos riscos do mercado

Não dá para atuar em nenhum mercado sem correr riscos, não é mesmo? No entanto, com uma boa organização das finanças da empresa, é possível minimizá-los bastante, garantindo uma melhor segurança e integridade para a instituição. Isso é ainda mais importante para pequenos empresários, que contam com menos recursos disponíveis.

Ser eficaz na gestão, com o uso adequado dos dados obtidos da parte financeira, dos processos internos e dos próprios clientes, fará com que as chances de que uma falência aconteça sejam praticamente zero. Você terá maior facilidade em detectar problemas internos e externos, diagnosticando-os com eficácia e adotando as ações necessárias para revertê-los.

Possibilidade de estruturar os processos

Uma boa gestão, no contexto do empreendedorismo, exige processos cada vez mais ágeis e enxutos, sobretudo, do ponto de vista financeiro. Quem quer ser competitivo e viável no mercado atual não pode abrir margem para ter prejuízos desnecessários ou despesas não controladas, sob pena de perder competitividade.

Com um melhor controle de organização, gestores e colaboradores passam a ter uma visão mais ampla de todos os processos que envolvem as operações da companhia. Isso também ajuda a tomar decisões mais bem embasadas, com dados reunidos que permitem previsões de cenários futuros e ações para antecipá-los.

Aumento de desempenho e produtividade

Por fim, ao organizar as finanças da empresa, você ganha um aumento no desempenho e na produtividade do negócio como um todo. Isso ocorre, por exemplo, quando você evita despesas e prejuízos desnecessários, ganhando mais recursos para a contratação de funcionários ou serviços que possam contribuir para o seu sucesso em longo prazo.

O mesmo princípio se aplica se pensarmos que o dinheiro economizado pode ser investido em infraestrutura, equipamentos, ou mesmo, em treinamentos para a equipe, que poderá oferecer um melhor atendimento para o cliente. Com um negócio totalmente desorganizado economicamente, isso tudo certamente seria inviável.

Deu para perceber que a organização financeira deve ser encarada como o coração da sua empresa, certo? Há muitos recursos para isso, e conhecê-los é o primeiro passo para que seu empreendimento se destaque e se mantenha sustentável.

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