modelo de melhoria

Como adotar o modelo de melhorias na empresa?

Encontrar maneiras de aprimorar as operações de um negócio é algo imprescindível em tempos tão competitivos, independentemente do segmento de mercado. Por isso, empreendedores que anseiam pelo sucesso, não podem deixar de aprender a como adotar o modelo de melhorias mais adequado para a empresa.

Trata-se de uma estratégia extremamente vantajosa, que vem sendo empregada em muitos locais e pode mudar a maneira como você gerencia seu empreendimento, realiza seus investimentos e toma suas decisões. Ficou interessado no assunto? Então, continue lendo o post e descubra como fazer isso!

Qual o conceito de modelo de melhorias?

O chamado modelo de melhorias pode ser definido como uma estratégia na qual se utilizam estudos e habilidades para que sejam estruturados projetos de aprimoramento dos processos internos de uma empresa. É algo válido para empreendimentos de qualquer tamanho, podendo ser aplicado nas áreas de marketing, vendas, fabricação e assim por diante.

É preciso que a gestão e os colaboradores estejam envolvidos em sua implementação, de forma que todos atuem em prol de significativos ganhos em termos de qualidade. Em um cenário tão competitivo quanto o atual, isso pode ser a diferença entre ter bons lucros no final do mês ou ter que fechar as portas, sobretudo, quando pensamos em pequenos negócios.

Como funciona o modelo de melhorias?

O modelo de melhorias pode ser adaptado e encarado de formas distintas, de acordo com a realidade e as características do negócio. No entanto, existe uma definição mais recorrente, que divide a estratégia em duas partes de igual relevância. A primeira está relacionada com a reflexão, ou seja, com o que se pretende realizar e como isso vai melhorar a empresa.

Nesse sentido, também vale refletir o que trará, de maneira efetiva, um resultado de aperfeiçoamento. Depois, chega o momento da ação propriamente dita, com os aprendizados que ela trará. É preciso compreender que todo esforço de melhoria deve ter um propósito — nem toda mudança resulta em melhorias, mas o aperfeiçoamento requer transformações.

Trazendo para um exemplo prático, podemos pensar em um restaurante. Se o proprietário decide aperfeiçoar o cardápio, ele precisa pensar em como isso impactará o empreendimento. Depois, ele deve debater com os colaboradores, que podem sugerir ideias. Ao implementá-las, é preciso avaliar se deram certo ou se o modelo anterior funcionava melhor.

Qual a importância do modelo de melhorias?

O modelo de melhorias pode ser importante nos mais variados sentidos dentro de uma empresa. Ele ajuda, por exemplo, a otimizar a implementação de novidades no empreendimento, sendo útil no aprendizado organizacional e auxiliando a organizar boas práticas que elevam o nível de qualidade em curto, médio e longo prazos.

Além disso, como a estratégia demanda análise e melhores níveis de conhecimentos internos, é natural que ela ajude a identificar causas de desperdício e, com isso, promova uma redução de custos. O aprimoramento também tende a favorecer o aumento do valor dos produtos e serviços, algo que é crucial para a competitividade do negócio.

O modelo de melhorias, em última instância, acaba ajudando a incorporar uma cultura de excelência, um diferencial que vem sendo evidenciado em muitas marcas que lideram os seus respectivos mercados de atuação. Por isso, se você deseja o sucesso e anseia por crescimento, é altamente recomendável que você não abra mão desse diferencial.

Como implementar o modelo de melhorias?

Agora que você já está mais familiarizado com o conceito de modelo de melhorias, entendeu melhor como ele funciona e viu alguns dos seus impactos dentro de uma empresa, é natural que esteja querendo implementá-lo no seu negócio. Por isso, separamos algumas dicas para que você consiga fazer isso de forma altamente eficaz. Acompanhe.

Faça um planejamento estratégico

Como dissemos, o primeiro passo para a elaboração de um modelo de melhorias consiste em uma reflexão sobre a empresa e suas necessidades. Para fazer isso, um planejamento estratégico é muito importante, pois ele ajuda a definir metas e objetivos, demandando técnica para que possa ser mais bem elaborado.

Você precisará observar o histórico de resultados passados, de aspectos como o marketing, financeiro, vendas, compras, recursos humanos e assim por diante. Isso permite contextualizar o cenário e definir o estabelecimento daquilo que você realmente precisa no negócio, objetivando a mobilização adequada de recursos e a implementação de ações de sucesso.

Não deixe de organizar as finanças

É muito difícil pensar em um modelo de melhorias sem estar com as finanças organizadas. Afinal, mesmo que você decida partir para caminhos que não demandem grandes investimentos, é bastante provável que a empresa e seus colaboradores encontrem maiores dificuldades se o aspecto econômico não estiver em pleno equilíbrio.

Sendo assim, você não pode deixar de fazer uma boa avaliação das suas principais despesas, entendendo quais são cruciais e quais podem ser minimizadas. Também vale a pena observar as entradas de recursos, ponderando sobre suas principais fontes de lucro e como você pode maximizá-las. A partir disso, você poderá definir orçamentos e começar a adotar as ações.

Utilize ferramentas tecnológicas

Nos dias de hoje, quem abre mão de ferramentas tecnológicas, definitivamente, tem mais chances de perder clientes e dinheiro para os concorrentes. Existem ferramentas com excelente custo-benefício, que podem ajudar qualquer gestor a conhecer a fundo o seu negócio e, com isso, ajudar a adotar o modelo de melhorias na empresa.

Entre as opções mais interessantes e populares, estão os sistemas de gestão. Eles permitem centralizar todos os dados e informações relevantes em um só local, com total segurança e praticidade. Além disso, dependendo das funcionalidades disponíveis, é possível fazer a administração financeira, avaliar individualmente os funcionários, criar relatórios e muito mais.

Depois de conferir esse conteúdo, você está pronto para adotar o modelo de melhorias na empresa. Avalie suas reais necessidades, reflita com tranquilidade e, depois, parta para a ação! Você vai sentir a diferença tanto na produtividade dos seus colaboradores quanto no impacto que ela terá em seus ganhos e na satisfação do cliente.

Gostou de aprender mais sobre o modelo de melhorias? Então, confira também nosso outro post que fala sobre a gestão financeira para pequenas empresas!

como adquirir máquina de cartão de crédito

Saiba como adquirir uma máquina de cartão de crédito para sua empresa

Você sabia que as maquininhas permitem a antecipação de recebíveis com o prazo de apenas um dia? Não só isso — o pagamento facilitado, frequentemente, é um dos responsáveis pelo aumento das vendas. Mas você já parou para pensar em como adquirir máquina de cartão de crédito para sua empresa?

Os dispositivos são divididos em vários tipos, de acordo com as preferências dos usuários. As diferenças, geralmente, estão na emissão do comprovante, no sistema operacional, nas funções e na tecnologia usada.

Com a ajuda de João Pedro Cunha Gomes, coordenador comercial da Granito, vamos contar como adquirir uma máquina de cartão de crédito para sua empresa, quais são os diferenciais da Granito e vários outros pontos. Preparado?

Como funciona o processo de compra da Granito?

Redução da inadimplência e dos problemas com o troco são algumas das razões pelas quais as pessoas procuram máquinas de cartão. A Granito conta com um processo simples, e você vai conhecer, nos próximos tópicos.

Canais

A empresa tem um canal de atendimento, no número 0800 940 3029, em que há a opção de se tornar cliente e adquirir sua máquina de cartão de crédito. A partir daí, a ligação é direcionada para os profissionais que fornecem as orientações.

Você também pode encontrar opções no site principal. Há um menu com as informações de várias máquinas, seus diferenciais e usos para diferentes perfis. Ao escolher uma, há o redirecionamento para uma página de cadastro.

Assim, os dados são enviados e um especialista da Granito entra em contato. Por fim, ainda é possível solicitar diretamente com alguém da filial, geralmente, a partir de indicações de outros clientes.

Requisitos

A principal recomendação de João é a de que o CNPJ esteja ativo, com o CNAE corretamente definido. Isso porque a classificação da empresa define muito de como funciona sua tributação.

Ainda assim, também é possível fazer a negociação com o CPF. Nesse caso, as informações sobre a área de atuação são colhidas, já que o negócio também passa por uma análise de risco.

Caso você não tenha conta CNPJ, não há problema. João explica: “se o cliente tiver CNPJ e não tiver conta jurídica, a gente consegue oferecer a do BMG. Então, já indicamos um pacote completo”.

Opções

A Granito conta com algumas opções de compra diferentes. A POS é o modelo mais frequente, imprimindo o comprovante e usando conexão WiFi ou 3G. A mPOS, por sua vez, é mais econômica, e envia o comprovante por SMS.

Ainda há a SmartPOS, que conta com uma interface intuitiva, similar à dos smartphones. Também usa o sistema operacional Android. Por fim, a TEF é mais robusta e pode ser integrada às soluções de gestão de vendas.

João revela que o modelo mais vendido é a POS, “porque tem impressão do comprovante, conexão WiFi e já vem com a câmera. É o modelo mais vendido e comercialmente aceito pelos nossos clientes”.

Quais são os diferenciais da Granito?

A praticidade para acessar o extrato e organizar as contas está entre os motivos pelos quais descobrir como adquirir máquina de cartão de crédito é uma boa ideia. A Granito oferece vários diferenciais, e você vai conhecer alguns nos próximos tópicos.

Atendimento presencial

Boa parte das fornecedoras de máquinas de cartão tem o atendimento unicamente online. Isso significa que, quando há um problema na máquina, é preciso fazer o envio pelo correio — um processo que pode demorar alguns dias.

Em outros casos, o dispositivo é oferecido por um banco. O problema é que a instituição não é a responsável pelo suporte, fazendo com que os usuários fiquem um pouco perdidos. Já o atendimento da Granito funciona de forma um pouco diferente. 

A empresa conta com suporte presencial. Isso significa que sempre há alguém disponível para responder dúvidas e manter um atendimento humanizado de excelência. “Você compra a máquina e ganha um consultor de brinde”, brinca João.

Multicliente

Uma das principais opções da Granito para facilitar a vida dos empreendedores é a solução multicliente. Por meio dela, é possível compartilhar a maquininha com até dez negócios diferentes. Isso permite uma atuação independente no mesmo estabelecimento.

“A gente tem, por exemplo, muitos consultórios médicos que dividem uma recepção, mas são independentes, cada médico tem sua sala”, explica João. O coordenador comercial ainda mostra como a solução também pode ser útil em estabelecimentos que usam um CNPJ para produtos e outro para serviços.

Assim, o multicliente ajuda a poupar alguns gastos, como o custo de aquisição de várias maquininhas. Esse é o caso do proprietário que atua por entregas e tem vários negócios. “A gente consegue reduzir o número de máquinas necessárias para delivery, porque pode configurar todos eles na mesma máquina”, conclui.

Conta PJ

Para manter a solução completa, a Granito também oferece em seu pacote de serviços uma conta pessoa jurídica. Essa é uma forma de simplificar as transações e manter as finanças da marca mais organizadas.

Por ser digital, não há taxas de manutenção, tarifas, burocracia ou limite de transferências. Tudo faz parte da mesma organização, fazendo com que o usuário economize o tempo que seria gasto procurando instituições com boas condições financeiras.

Desse modo, tudo passa a fazer parte do mesmo domicílio bancário, e o crédito das vendas passa a ter destino certo. “A conta PJ fecha um pacote de serviços que é, justamente, para a gente manter tudo dentro de casa”, esclarece João.

Entender como adquirir uma máquina de cartão de crédito para sua empresa pode fazer uma boa diferença na hora da compra e venda, e a Granito conta com um processo de compra simples e intuitivo. A marca é pioneira em transações eletrônicas e oferece soluções personalizadas, valorizando o atendimento e as necessidades dos empreendedores.

Com isso, suas soluções ajudam a poupar gastos e aumentam as possibilidades de pagamentos. Quer profissionalizar as transações na sua empresa, aumentar as opções para os clientes e ainda aproveitar uma série de diferenciais? A Granito pode ser exatamente o que você precisa. Então, não deixe de conhecer nossas soluções e entrar em contato com a gente!

gestão financeira para pequenas empresas

[Infográfico] Gestão financeira para pequenas empresas: guia completo e definitivo

A conquista de um fluxo de caixa organizado e de um funcionamento eficiente está entre os grandes desafios de gestores e empreendedores no Brasil, mas que se fazem extremamente necessários no cenário atual. Pensando nisso, preparamos esse guia completo de gestão financeira para pequenas empresas.

A falta de uma administração estratégia pode, inclusive, levar um negócio à falência. Mas esse jogo pode virar quando se aposta na adoção de medidas inteligentes e ações específicas, que contribuem para evitar perdas, controlar despesas e aumentar os lucros. Continue lendo o artigo e descubra como fazer isso!

Afinal, o que é a gestão financeira?

Podemos definir a gestão financeira de uma empresa como o conjunto de medidas e ações administrativas que têm o intuito de otimizar todas as questões relacionadas ao dinheiro dentro do negócio. Isso inclui um planejamento muito bem elaborado, além do controle e análise das atividades e dos recursos disponíveis.

Para que isso ocorra, o gestor ou empreendedor precisa, entre outras coisas, projetar as entradas e saídas, compreendendo a situação econômica da instituição e permitindo a definição de diretrizes em curto, médio e longo prazo. Dessa forma, é preciso controlar os valores a receber, as contas a pagar, as despesas extraordinárias, os impostos e assim por diante. 

O trabalho não se resume a isso. Depois, também será preciso estudar tudo o que foi registrado. A partir dessas informações, será possível, dependendo do resultado obtido e dos objetivos empresariais, realinhar estratégias, tomar decisões certeiras e melhorar o desempenho como um todo.

Na prática, podemos tomar como exemplo o proprietário de um pequeno empreendimento, como um salão ou um comércio. Se a ideia é expandir o espaço ou oferecer uma gama maior de produtos, isso não pode ser feito sem que antes seja avaliado se existe capital disponível para tanto. A gestão financeira, portanto, é imprescindível, ainda mais para pequenas empresas.

Você sabia que a má gestão é a principal causa de falência?

Muita gente não sabe desse fato na hora de empreender, mas a má gestão financeira é a principal causa de falência em empresas brasileiras. Isso ocorre porque esse é um fator que pode abalar diretamente as fundações do negócio, fazendo com que, dependendo do caso, não haja sequer as condições de honrar os compromissos contraídos.

Além disso, somente com uma boa gestão financeira empresarial é possível investir no crescimento e aumentar a lucratividade do empreendimento. Do contrário, quando não há recursos disponíveis em caixa, o negócio passa a contrair dívidas, e essa costuma ser uma passagem para a estatística de empresas que fecharam as portas.

Para evitar que isso aconteça e, até mesmo, para ganhar capacidade de inovar seus produtos ou serviços, é preciso ter uma administração cristalina, que não dê chances para erros e que minimize as possibilidades de prejuízos evitáveis. O lado bom dessa história é que, felizmente, existem técnicas e ferramentas que ajudam nessa tarefa.

Como a gestão financeira pode influenciar o negócio?

Agora que você já está mais familiarizado com a gestão financeira e aprendeu que não fazê-la adequadamente pode ser a principal causa de falência de empresas brasileiras, vamos mostrar, de maneira clara, como a adoção de boas estratégias para isso pode impactar positivamente o seu pequeno negócio. Confira.

Compreensão das necessidades

Uma das formas pelas quais uma boa gestão financeira para pequenas empresas pode influenciar o negócio é por meio do aumento da compreensão das suas principais necessidades. Quando você administra com precisão e obtém os dados certos, fica muito mais fácil entender quais são os diferenciais, os pontos de melhoria e as falhas no funcionamento.

Dessa forma, você poderá destinar de forma mais inteligente os recursos para cada setor, além de desenvolver ações voltadas para os produtos ou serviços que geram maior demanda e lucratividade. No entanto, isso só será possível com o registro regular de custos, despesas, receitas e demais movimentações orçamentárias.

Melhor análise de resultados

Um empreendedor de sucesso deve sempre primar por analisar os resultados obtidos, como uma maneira de ter uma compreensão geral do seu negócio e de como as suas ações estão impactando o desenvolvimento da empresa. Por isso, vale ressaltar que a boa gestão financeira pode ser muito importante nesse contexto.

Com o registro constante dos dados relacionados ao fluxo de caixa e das movimentações, você compreenderá, efetivamente, qual a situação atual da organização e qual foi a performance da mesma em determinado período. Com esse fluxo de informações, você saberá, inclusive, como anda a saúde orçamentária empresarial.

Aumento da lucratividade

Toda empresa precisa lucrar para existir, não é verdade? Apesar de esse não ser o único objetivo de boa parte dos negócios de sucesso, o fato é que as contas não param de chegar. Assim, garantir os rendimentos no final do mês é o que faz a diferença entre declarar falência e fechar as portas ou funcionar com êxito por muito tempo.

Sendo assim, o aumento da lucratividade é mais uma das formas pelas quais uma boa gestão financeira para pequenas empresas pode influenciar positivamente. Com o maior conhecimento orçamentário, você poderá definir planos de investimento e desenvolvimento, além de saber, ao certo, quanto você precisa faturar para ter ganhos.

Decisões mais certeiras

Não tem jeito: gestores, líderes e empreendedores precisam tomar decisões e, muitas vezes, elas não são nada simples. Por isso, tudo aquilo que possa ajudar a trazer melhor embasamento para as resoluções e definições que serão adotadas é de grande valia, até para que o negócio se mantenha fora de uma zona de risco.

Mais uma vez, a boa gestão financeira surge como uma grande aliada, que possibilita ações estratégicas, por favorecer a análise de todos os dados e as informações relacionadas com o fluxo de dinheiro do empreendimento. Nesse contexto, a previsão de faturamento, por exemplo, pode ser uma ferramenta bastante útil.

Quais erros devem ser evitados na gestão financeira para pequenas empresas?

Depois de mostrar um pouco mais sobre o próprio conceito de gestão financeira e de verificar como ela pode impactar positivamente o seu negócio, vamos falar quais são os principais erros que os gestores ou empreendedores inteligentes precisam evitar durante esse tipo de processo administrativo. Acompanhe.

Confundir as finanças pessoais com as empresariais

Um dos maiores e mais comuns erros que devem ser evitados na gestão financeira é o de confundir as finanças pessoais com as empresariais. Infelizmente, isso é extremamente comum no Brasil, sobretudo, para negócios familiares ou de menor porte, mas o fato é que não prestar atenção a essa situação pode ser um tremendo problema.

Para evitar que isso ocorra, você não deve levar as suas contas de pessoa física para a empresa e, se possível, nem as do negócio para sua casa! Não use o dinheiro em caixa para pagar as suas despesas e nem use um funcionário para esse serviço. Estabeleça um pró-labore ou a retirada de lucros, e não caia em tentação: siga firme nessa decisão.

Não controlar adequadamente o fluxo de caixa

Já falamos algumas vezes, ao longo desse conteúdo, sobre o fluxo de caixa. O seu adequado controle é imprescindível para o sucesso orçamentário de qualquer empreendimento. Ao contrário do que empreendedores menos experientes possam pensar, isso vai muito além do que apenas acompanhar o extrato bancário e atualizar planilhas.

É preciso que seja um recurso que ajude não somente a entender o passado, mas também, a projetar o futuro. Você deve considerar ganhos e despesas que ainda acontecerão, com uma visão precisa das contas a pagar e das contas a receber. Para fazer isso com mais eficiência, uma ferramenta de tecnologia pode ser bastante útil.

Ignorar despesas ocultas e os pequenos custos

É certo que a sua empresa, independentemente do segmento de mercado no qual você atue, terá alguns pequenos custos que, eventualmente, passarão desapercebidos. Além disso, existem despesas ocultas, que estão implícitas na sua atuação, e também, muitas vezes, não são notadas. Entretanto, você precisa ficar atento a isso.

Na maioria das vezes, esses são gastos feitos em dinheiro, como a aquisição de materiais de escritório ou mesmo uma conta que ficou próxima do vencimento. Não hesite em incluir essas movimentações no seu planejamento, até para não ser pego de surpresa. Ao longo de um ano, você pode se surpreender com o volume que esses discretos pagamentos gerarão.

Errar na precificação de produtos ou serviços

Esse é outro dos erros que devem ser evitados na gestão financeira para pequenas empresas — e para as maiores também. Afinal, isso tende a diminuir a entrada de capital no seu caixa e, dessa forma, é muito mais difícil ter uma boa saúde orçamentária, não é mesmo? Acertar nesse quesito é um passo crucial para se posicionar adequadamente no mercado.

É muito comum que empresas pequenas precifiquem por comparação com os concorrentes e sem analisar corretamente as próprias despesas. A sua decisão deve considerar o custo operacional, os gastos com ações de divulgação, o valor da marca e assim por diante. Se ficar caro, talvez seja hora de rever os processos internos ou negociar com fornecedores.

Não calcular o valor patrimonial da empresa

Muitos empreendedores, sobretudo, no início de suas operações, não dão muita bola para o valor patrimonial da empresa, considerando que ele é variável e tende a crescer bastante nos anos subsequentes. No entanto, esse conhecimento é importante do ponto de vista estratégico, e ajuda a ter uma melhor gestão financeira.

Saber quanto vale o seu negócio é fundamental para as suas decisões e ajuda não apenas a direcionar investimentos, como também, a negociar com fornecedores ou conseguir boas taxas de juros em empréstimos. Isso é feito somando todos os bens e produtos que estão contidos nela, além de eventuais imóveis e outros bens.

Ter indisciplina no controle financeiro da empresa

Começar a fazer uma boa gestão financeira empresarial parece ser mais fácil do que manter esse controle por muito tempo. Para isso, além do conhecimento sobre o assunto e a implementação de ações estratégicas, é preciso ter disciplina. No entanto, esse parece ser um dos problemas mais comuns entre nossos empreendedores.

Muitos começam a gerir e, pela falta de tempo ou pelo grande estresse que a correria do dia a dia exige, acabem tendo que voltar suas preocupações para outras áreas e atividades operacionais. Com isso, os controles passam a ter menos regularidade, as planilhas ficam desatualizadas e os erros começam a surgir. Não caia nessa armadilha.

Controlar o estoque sem a rigidez necessária

Muita gente considera o estoque como o coração de uma empresa, de onde é bombeado tudo aquilo que é necessário para que o negócio realize as suas atividades com sucesso e consistência. No entanto, nem mesmo essa visão romântica do setor parece ser suficiente para que alguns empreendedores o valorizem devidamente.

O fato é que o controle de estoque é essencial para a gestão financeira e deve estar sempre atualizado, de acordo com as entradas e saídas. Mesmo que você não trabalhe com a venda de produtos, seus serviços, muito provavelmente, dependem de alguns insumos básicos, que não podem faltar. Ou seja, jamais deixe que isso aconteça.

Desconhecer o rendimento operacional da empresa

Não dá para ter uma boa gestão financeira para pequenas empresas quando você não conhece o rendimento operacional do próprio negócio, não é verdade? Infelizmente, esse é um erro relativamente comum entre gestores e empreendedores no Brasil, mas que pode ser facilmente revertido com algumas ações pontuais.

Você precisa saber quanto lucrou nos últimos períodos, as origens desse dinheiro, quanto saiu da empresa e em que foram empregados os seus recursos, até para compreender os impactos da sazonalidade e quais meses são melhores do que os outros. Você pode fazer isso com uma ferramenta contábil chamada Demonstrativo do Resultado do Exercício (DRE).

Não utilizar os indicadores de desempenho

Você já ouviu falar sobre os famosos indicadores de desempenho? Também chamados de métricas ou parâmetros empresariais, eles estão relacionados com as diversas variáveis que podem compor uma empresa, e são imprescindíveis para uma boa gestão financeira e a elaboração de um planejamento estratégico detalhado do seu negócio.

O melhor de tudo é que você pode fazer os seus próprios indicadores, de acordo com as características e demandas da sua empresa, bem como utilizar os mais comuns do mercado, como o ROI (Retorno Sobre Investimento), o Ticket Médio e assim por diante. Eles funcionarão como uma espécie de termômetro, que auxilia no acompanhamento da saúde orçamentária.

Não saber o que fazer com os lucros obtidos

Vamos supor que tudo está dando certo nos negócios e você tem sucesso no desafio de empreender no mercado, com uma boa administração dos processos internos e uma demanda elevada pelos seus produtos ou serviços. Esse parece o cenário perfeito, mas você realmente sabe ao certo o que fazer com os lucros obtidos?

Mais do que trocar de carro ou se mudar para uma casa maior, o empreendedorismo exige que você aposte, racionalmente, no desenvolvimento do negócio. Isso pode ser feito com ações de marketing, treinamento de pessoal e aquisição de mais equipamentos. Além disso, é sempre recomendável ter um bom capital de giro.

Como aplicar a gestão financeira de forma eficaz?

Se você chegou até aqui, é bastante provável que já esteja bem mais bem capacitado para lidar com as questões relacionadas com a gestão financeira da sua pequena empresa, com muito mais domínio sobre o assunto. Para complementar seus conhecimentos, vamos dar algumas dicas para aplicar a gestão financeira de forma eficaz. Veja, abaixo, quais são elas!

Controle o fluxo de caixa da empresa

Uma medida essencial para aplicar a gestão financeira de forma eficaz na sua empresa é controlar muito bem o seu fluxo de caixa. É isso que permitirá o pleno conhecimento sobre as entradas e saídas, possibilitando que você faça um bom planejamento e consiga honrar seus compromissos sem maiores dificuldades.

Vale lembrar que, com seu caixa controlado, você evita endividamentos e fica longe de uma das grandes armadilhas do empreendedorismo no Brasil, que são os empréstimos com taxas de juros extremamente elevadas. Essa visão ampla sobre a saúde econômica do seu negócio ajudará a garantir o futuro da empresa.

Tenha um olhar atento para as despesas

Logicamente, é importante ter um bom controle do fluxo de caixa como um todo. No entanto, isso não quer dizer que você não possa ter um olhar um pouco mais atento quanto a um dos itens que o compõem: as despesas. Para que você tenha sucesso, todos os seus gastos precisam ser pensados e feitos de maneira estratégica.

Pequenas compras, pagamento de horas extras, gasto com combustível, por exemplo, devem sempre ser repassados e reavaliados. Muitas vezes, eles podem ser reduzidos ou eliminados, fazendo uma grande diferença no orçamento. Além disso, como já dissemos, nada de juntar as contas pessoais com as da empresa.

Estipule metas inteligentes para seu time

Estipular metas para os seus colaboradores, caso sua empresa conte com funcionários contratados, também ajuda bastante na gestão financeira de pequenos negócios. Além de tudo, é possível fazer isso relacionando os objetivos com os aspectos financeiros, o que pode trazer resultados ainda mais interessantes.

Todo o time precisa estar em sintonia com os indicadores mencionados anteriormente, para que ajam de forma organizada. Basicamente, o mais interessante é que cada tarefa ou projeto seja específico, mensurável, atingível, relevante e com tempo determinado para acontecer, de acordo com a realidade da organização.

Institua uma cultura organizacional forte

A cultura organizacional é um aspecto bastante importante e que vem sendo muito valorizado nos dias de hoje. A própria sociedade exige isso e os clientes preferem comprar em marcas e instituições que estejam em consonância com os seus princípios, valores e visão de mundo.

Por isso, você não pode deixar de elaborar e investir na cultura organizacional da sua empresa, fazendo com que os seus colaboradores e até o seu público-alvo tenham consciência dela. Com o passar do tempo, você verá que isso impactará positivamente a gestão financeira e todos os outros setores do seu negócio.

Não se esqueça dos clientes inadimplentes

Alguns empreendedores enxergam os clientes inadimplentes como um mero problema para a gestão financeira do negócio. Não dá para negar que, de fato, eles podem atrapalhar bastante o fluxo de caixa da empresa. No entanto, essa situação também pode ser encarada como uma oportunidade de reverter o quadro e até de fidelizar esse consumidor.

Você deve caprichar no atendimento e fazer contatos estratégicos, de forma a oferecer soluções que sejam vantajosas para ambas as partes. Muitas vezes, essa pessoa apenas se desorganizou e tem a intenção de pagar, precisando somente de um “empurrãozinho”. Descontos, parcelamentos ou prazos estendidos podem ser boas opções nesses casos.

Invista em um bom software de gestão

A tecnologia é um dos pontos que vêm ajudando na gestão financeira de empresas dos mais variados tamanhos e orçamentos. Nos dias de hoje, quem não contar com boas e modernas soluções estará dando espaço para os concorrentes. Felizmente, existem muitas opções no mercado e o sistema certo pode fazer toda a diferença para o seu negócio.

Os sistemas de gestão, por exemplo, são softwares voltados para manter a vida financeira empresarial em dia. Eles reduzem o risco de erros, ajudam a ter uma visão macro e automatizam tarefas que poderiam levar semanas. Além disso, dependendo da solução que você use, é possível cruzar dados com outras ferramentas, potencializando os acertos de suas decisões.

Faça parcerias estratégicas e proveitosas

O bom empreendedorismo também depende, naturalmente, de fazer parcerias estratégicas e proveitosas. Ninguém consegue empreender sozinho e, em um momento no qual o mercado anda altamente competitivo nos seus mais variados segmentos, essa pode ser a diferença entre ter lucros ou fechar no vermelho ao final do mês.

Você pode, sempre que possível, negociar com fornecedores e descobrir quais são os novos operadores no seu ramo, buscando manter uma relação profissional de alto nível. Além disso, você deve procurar empresas que simplifiquem a sua própria operação, com soluções customizadas para, por exemplo, facilitar as suas transações.

Como pôde conferir nesse guia completo de gestão financeira para pequenas empresas, o seu sucesso no mundo dos negócios depende das decisões e estratégias que você implementa na administração. Com escolhas certas e seguindo nossas dicas, os seus lucros estão garantidos e você pode deixar a sua marca no ramo em que atua!

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A Granito vem crescendo, se destacando e ganhando cada vez mais força na imprensa

Hoje viemos compartilhar uma matéria muito importante que saiu no Valor Econômico, um dos principais veículos de negócios do País, onde o Rodrigo Teixeira, CEO da Granito, explica sobre as estratégias da empresa e a importância da sociedade com o Banco Bmg e Banco Inter.

Ele também fala do crescimento da Granito, das perspectivas para 2021 e faz um breve comentário referente a compra de 5% do Banco Inter feita recentemente pela Stone.

Reportagem completa no Link: https://valor.globo.com/financas/noticia/2021/06/08/granito-controlada-por-bmg-e-inter-evita-disputa-em-meis-e-aposta-na-venda-fsica.ghtml

Portal: Valor Econômico| Jornalista: Álvaro Campos | Foto: Silvia Zamboni

marketing nas redes sociais

Marketing nas redes sociais: 7 dicas práticas para você adotar

A internet já faz parte da rotina de grande parte das pessoas e, nos dias de hoje, os empreendedores e gestores que não incluírem estratégias relacionadas com o uso da grande rede terão, certamente, mais dificuldades para prosperar. Pensando nisso, separamos essas dicas práticas de marketing nas redes sociais.

O merchandising moderno não pode abrir mão desse tipo de mídia, mas existe um aspecto bastante positivo nesse contexto. As redes universalizam o acesso e, com um pouco de criatividade, oferecem possibilidades incríveis de divulgação para negócios de todos os portes. Continue a leitura e descubra como fazer isso.

1. Planeje estrategicamente o conteúdo

É bastante recomendável planejar estrategicamente o conteúdo para fazer marketing nas redes sociais. Afinal, você pode perceber que as notícias e novidades postadas pelas empresas que você segue, definitivamente, não estão ali por acaso. Tudo faz parte de um conjunto de ações, que visa o melhor retorno e o máximo de resultado possível.

Para chegar à conclusão do que você deve postar, você precisa considerar alguns aspectos. Qual o seu público-alvo? Qual a visão e a missão do seu negócio? Qual é o seu objetivo com essa divulgação? As respostas para essas perguntas devem embasar qualquer campanha, direcionando melhor a sua atuação e otimizando o uso dos seus recursos.

2. Publique fotos de boa qualidade

As fotos estão fortemente relacionadas com o sucesso nas estratégias de redes sociais de qualquer negócio. Afinal, as imagens são o grande chamariz de qualquer perfil e podem ajudar o cliente a se interessar pelos seus produtos e serviços. Sendo assim, não é de se espantar que você deva investir bastante nesse quesito. 

Faça da iluminação a sua melhor amiga e use a luz natural a seu favor, sempre que isso for possível. Os melhores horários costumam ser pela manhã ou no começo da tarde. Não se esqueça também que os aplicativos podem otimizar bastante a capacidade da sua câmera e existem excelentes opções no mercado, muitas das quais gratuitas.

3. Saiba utilizar hashtags importantes

Você sabe para que servem as famosas hashtags? Mais do que meras expressões divertidas, elas são termos associados a assuntos e discussões, que se transformam em hiperlinks que levam para uma página com publicações relacionadas. Para usá-las, você deve selecionar a palavra e inserir o famoso símbolo da cerquilha (#) antes.

Uma escolha adequada das hashtags pode auxiliar muito a atingir o cliente que você deseja e contribui para que sua empresa possa conversar com o máximo possível de pessoas. Quase todas as redes sociais contam com essa opção e você pode, inclusive, observar quais estão sendo mais usadas pelos seus concorrentes.  

4. Aproveite bem o WhatsApp Business

Nos dias de hoje, as empresas que não souberem utilizar o WhatsApp Business para promover um melhor atendimento ou mesmo para manter o relacionamento com o seu público, definitivamente, estarão dando espaço para a concorrência. O aplicativo é um tremendo sucesso e oferece uma gama de funcionalidades simplesmente incríveis.

Com uma conta, você poderá fornecer informações do acompanhamento de possíveis reclamações, priorizar as etapas que sejam de fato importantes para os clientes e, de quebra, eliminar ruídos de comunicação. O perfil corporativo, voltado para negócios, é um diferencial importante, que traz credibilidade e autoridade para o seu empreendimento.

No entanto, é recomendável estar atento quanto a algumas práticas. Você não deve enviar mensagens em excesso, até porque a pessoa que opta pelo atendimento via WhatsApp, via de regra, deseja uma comunicação mais breve. O ideal é que o contato seja ágil e empático, independentemente de ser feito por um agente humano ou pelo chatbot.

5. Crie posts que busquem o engajamento

Nas redes sociais que permitem postagens, você precisa utilizar esse recurso de maneira estratégica, com o intuito de criar engajamento e fidelizar a pessoa que está visualizando o conteúdo. Por isso, você não deve utilizar o espaço como uma mera extensão do seu site ou das campanhas de marketing que estejam em vigor.

É preciso despertar o interesse, promovendo seus produtos ou serviços em sintonia com a linguagem típica da internet e da mídia na qual essa informação está sendo publicada. Uma tática bastante eficiente é usar o “Call to Action” ou chamada para a ação. Isso pode ser feito, por exemplo, incentivando o compartilhamento do post.

6. Faça um monitoramento constante

Nenhuma estratégia de marketing tende a ser eficiente se não houver um monitoramento constante. Felizmente, a internet facilita bastante esse trabalho e você pode usar diversos sites e táticas para isso. Com os buscadores, como o Google, você poderá descobrir os termos e tendências que estão em alta no seu segmento.

Nas próprias redes sociais, existe uma expressão chamada trending topics, que está relacionada com as palavras mais populares em determinada rede no momento. Com isso, muitas ideias de publicações podem surgir e você poderá entender melhor o comportamento e os interesses das pessoas que deseja transformar em clientes.

7. Analise as métricas e seus resultados

Por fim, a última das dicas práticas de marketing nas redes sociais que vamos oferecer é a recomendação de fazer uma análise das métricas e dos resultados obtidos com suas ações. Uma métrica é, na realidade, um indicador, que pode mostrar o engajamento de uma postagem, por exemplo, pelo número de curtidas ou compartilhamentos.

Além disso, existem inúmeras ferramentas, pagas ou gratuitas, que podem ajudar a traduzir esse mar de dados que é a internet. Isso funciona como uma espécie de feedback, que torna mais simples determinar os sucessos e fracassos obtidos, permitindo o realinhamento de estratégias e ganhando embasamento para as próximas campanhas.

Ao seguir essas dicas práticas de marketing nas redes sociais, você poderá experimentar o que há de melhor na internet. A web é uma excelente possibilidade para quem não tem tantos recursos disponíveis, mas que está aberto a usar a criatividade e a qualidade dos conteúdos como uma maneira de atrair e fidelizar clientes.

Gostou de conhecer essas dicas práticas de marketing nas redes sociais? Então que tal conferir também o nosso outro post aqui no blog que fala sobre vendas pelo WhatsApp?

sazonalidade

Como lidar com a sazonalidade nas vendas? Entenda aqui

Manter uma empresa com um ritmo constante de demanda é um tremendo desafio, que pode ser ainda maior se ela estiver sediada em um segmento do mercado que seja afetado pela época do ano ou por outras características variáveis. Diante dessa realidade, aprender mais sobre a sazonalidade nas vendas pode ser fundamental para o sucesso.

Com um pouco mais de conhecimento do assunto e com a adoção de medidas estratégicas, é possível compreender de que maneira o seu negócio pode sofrer flutuações e como fazer um planejamento para passar, sem maiores dificuldades, por esses períodos. Continue a leitura do artigo e descubra como fazer isso!

Afinal, o que é a sazonalidade nas vendas?

O termo sazonal se refere à uma estação do ano ou a algo temporário, que possui uma época específica. No universo das vendas, esse conceito está relacionado com aqueles produtos ou serviços que possuem uma demanda muito maior em determinados períodos, enquanto a procura pode ser extremamente baixa em outros.  

Naturalmente, esse não é um cenário ideal para quem deseja empreender, pois as contas e as despesas não param de chegar. Não são todas as áreas do mercado que são afetadas pela sazonalidade, pois isso depende do tipo de negócio, mas o fato é que uma boa compreensão desse fenômeno pode ser útil e trazer lições importantes em praticamente qualquer ramo.

Como identificar a sazonalidade nas vendas?

Como dissemos, não são todas as empresas e empreendedores que são afetados pela sazonalidade nas vendas. No entanto, para alguns ramos, os fatores externos podem impactar diretamente no fluxo de caixa do negócio, positiva ou negativamente. Felizmente, existem algumas formas de identificar quando isso acontece.

Uma maneira simples de descobrir isso é calculando o seu total de vendas ao longo de um ano e depois tirar a média mensal. Isso também pode ser feito com outros fatores, como o número de buscas, o ticket médio ou mesmo o estoque. Com essas informações, você pode verificar se há um padrão estável ou se você conta com meses de alta e baixa.

Como minimizar o impacto da sazonalidade nas vendas?

Agora que você já está mais familiarizado com o conceito de sazonalidade nas vendas e descobriu como identificar se o seu negócio é afetado por esse fenômeno, vamos dar algumas dicas para que você possa minimizar os eventuais impactos que ela poderia trazer ao seu fluxo de caixa. Confira.

Tenha um bom planejamento

O primeiro passo para minimizar o impacto da sazonalidade nas vendas é ter um bom planejamento. Uma vez que você determinou que a sua empresa é impactada por esse tipo de problema, você deve começar a pensar em ciclos, se programando, inclusive, para que os rendimentos do período de alta compensem eventuais prejuízos na baixa.

Essa estratégia já é muito comum e conhecida em alguns segmentos, como as áreas de turismo, por exemplo. Apesar de não depender de você e ser inevitável, a questão sazonal se repete e cria padrões, que podem ser aproveitados por um empreendedor astuto. Foque na gestão de estoque, invista com inteligente e negocie com fornecedores.

Conheça o poder das promoções

As datas comemorativas são bastante valorizadas em muitos lugares do mundo, inclusive no Brasil. Elas podem ajudar bastante a minimizar o impacto da sazonalidade nas vendas. Boa parte do público é atraído por esse tipo de estratégia e você pode ter lucros bem interessantes se considerar esse aspecto em suas ações e estratégias de marketing.

Você pode, por exemplo, realizar promoções em seus produtos ou serviços, dando descontos para determinadas formas de pagamento ou apostando em combos vantajosos para os clientes. Com isso, você garante o seu negócio em alta e consegue manter a sua credibilidade, mesmo em períodos de baixa.

Aposte na capacitação da sua equipe

A boa capacitação da sua equipe é essencial, independentemente da sua empresa ser ou não afetada por questões sazonais. Isso criar um excelente diferencial no atendimento e faz com que os clientes não apenas elevem o seu ticket médio, como também deem preferência ao seu negócio quando voltarem a comprar.

Hoje em dia, existem muitas opções para isso, muitas das quais não demandam grandes recursos ou investimentos volumosos. Existem treinamentos tradicionais, aulas online e até conteúdos em blogs voltados para o tema. Você também pode fazer reuniões internas, passando os objetivos e metas para seus colaboradores.

Adeque a estratégia ao período

Se formos pensar em sazonalidade nas vendas, também devemos entender que as estratégias precisam sempre se adequar ao período em que estamos. Como o fenômeno depende de fatores externos, o empreendedor inteligente deve entender quais são os caminhos e ações que podem minimizar o impacto de algo que é inevitável.

Uma boa dica, por exemplo, é tentar equilibrar o preço de acordo com o mês do ano. Isso pode ser feito por meio de promoções, como falamos acima, ou simplesmente da readequação esporádica dos valores. Existe um composto emocional envolvido no mercado e muita gente estará disposta a pagar um pouco mais na época de alta.

Invista em marketing e fidelização

Por fim, não dá para falar sobre a sazonalidade nas vendas sem falar sobre investir em marketing. Essa é uma maneira experimentada e eficaz de fidelizar clientes e de fazer com que consumam seus produtos ou serviços em qualquer época do ano. Trata-se de um excepcional investimento, com retorno quase garantido.

A internet e as redes sociais têm um papel preponderante em ações de divulgação na atualidade e podem oferecer opções bem interessantes e com ótimo custo-benefício. Foque nos perfis do seu negócio, aposte no poder dos anúncios e campanhas de adwords. Eles se adequam ao seu orçamento e estimulam a compra durante o ano todo.

Agora que você já aprendeu mais sobre a sazonalidade nas vendas, não deixe de adotar estratégias para lidar com essa questão. Com ações adequadas e as estratégias certas, você pode minimizar os impactos desse fenômeno e garantir uma lucratividade duradoura e constante.

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Chargeback: Entenda o que é e como funciona!

Chargeback é o processo de disputa do valor financeiro de uma transação realizado em um estabelecimento comercial, onde ocorre a contestação da venda pelo portador do cartão e/ou banco que emite o cartão, seja na modalidade crédito ou débito e pode impactar nos recebíveis de suas vendas.

Os requisitos de conformidade deste processo são determinados pelas regras descritas nos manuais de operações das Bandeiras (Mastercard, Visa, Elo, Amex e entre outras), que devem ser seguidas pelos participantes deste arranjo de pagamento (emissores e adquirentes/credenciadores).


Principais Motivos para ocorrer o Chargeback:

Fraude: A transação não é reconhecida ou não autorizada pelo(a) portador(a) do cartão, onde os dados deste cartão/conta podem ter ocorrido extravio, clonagem, roubo de dados e assim gerando essa transação fraudulenta.

Desacordo Comercial: O/A portador(a) participou da transação, porém ocorreu o não cumprimento do acordo comercial entre o(a) portador(a) do cartão e estabelecimento. 

Exemplo: Mercadoria não recebida dentro do prazo, Mercadoria com defeito, Mercadoria diferente da solicitada, Serviço não prestado dentro do prazo e acordo de Cancelamento de Venda realizado e estorno não gerado ao banco para regularizar a fatura do cartão ou conta bancária.

Erro de processamento: O/A portador(a) do cartão teve transações duplicadas em sua fatura ou conta, valor da transação no valor incorreto, tipo de plano de venda aplicado é indevido da transação ou ter efetuado o pagamento da transação por outros meios.

 

Etapas do Processo de Chargeback:

1. Portador(a) do Cartão ou Banco verifica alguma irregularidade em uma transação e decide realizar sistemicamente o processo de Chargeback que irá processar essa informação a determinada Bandeira;

2. Estando todos os dados em conformidade, automaticamente esse processo direcionará o valor referente a essa transação um crédito de confiança ao Banco e um débito a pesquisar ao Adquirente/Credenciador = Granito;

3. A equipe da Granito irá analisar esses dados e acionará o estabelecimento comercial para solicitar documento comprobatórios para a realização desta transação, onde:

Observação: Atenção ao prazo estipulado na solicitação para retorno destes documentos.

– Caso estabelecimento comercial apresentar documentos consistentes, a Granito irá apresentar essas evidências ao Banco e devolverá o valor de débito para que seja realizado as conciliações financeiras entre o Banco e o(a) portador(a) do cartão.

– Se o contrário acontecer e o estabelecimento comercial não apresentar essas evidências ou não comprovar que a transação é devida do(a) portador(a) do cartão em um documento apresentado, a Granito direcionará esse valor de débito na Agenda Financeira de Recebíveis do Estabelecimento Comercial conciliando esse valor. 

Caso tenha já recebido o valor desta transação, será realizado o débito no dia seguinte a decisão da Granito e se ainda estiver previsto o recebimento desta transação, será realizado o agendamento deste valor á débito junto ao valor previsto de crédito e assim gerando a anulação do valor a receber.

 

Boas práticas em suas transações para se proteger de recebimento de Chargeback:

  • Arquivar o comprovante da transação + documentos da venda caso seja acionado ter esses dados;

  • Descrever os dados do comprovante de venda no documento de venda (caso houver);

  • Cadastro do(a) Portador(a) (Nome do Titular do Cartão, E-mail, Endereço, telefone fixo /celular), assim caso ocorrer algum problema que impactará o acordo comercial realizar o ativo para alinhar o acordo e ter relação comercial bem estabelecida se necessário;

  • Disponibilizar para o(a) portador(a) do cartão contatos comerciais caso seja necessário contatar para esclarecimento de alguma dúvida;

  • Política de Cancelamento de Venda bem evidenciada e aceita pelo(a) portador(a) do cartão;

  • Carta Explicativa (opcional), caso estabelecimento deseje adicionar informações que venham dar apoio comprobatório na defesa desta transação ao seu favor.
 

Dados que devem estar nos documentos:

1. Detalhar os produtos e/ou serviços adquiridos em se possível relacionar seus valores que irá totalizar o valor da transação;

2. Pedido de Compra, Cupom Fiscal, Danfe ou Nota Fiscal + Documento/Protocolo Assinado contendo os dados do recebedor da mercadoria ou aceitação pela prestação do Serviço e com a data comprovada da conclusão do acordo comercial. Exemplo:

– Se for retirado no momento da transação, descrito que produto entregue na mesma data;

– Se for com agendamento deverá ter a data em que foi finalizado o acordo comercial.

3. Tela do pedido da compra para transações via internet

4. Contrato assinado / Termo de aceite dos termos de compra

5. Autorização Débito / cópia da documentação de identificação do portador do cartão.